sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Dobradeira da Heidelberg proporciona aumento de até 50% de produtividade

esq./dir.: Reisner Martins, Gerente de Produção e Valter Candido, Chefe de Acabamento, ambos profissionais da Casa Publicadora Brasileira

A Casa Publicadora Brasileira, classificada como a maior editora dos adventistas no mundo em vendas e em produção de materiais, é uma das mais tradicionais e antigas do país. Fundada em 1900 no Rio de Janeiro, posteriormente instalou-se no Rio Grande do Sul e Santo André, em São Paulo, até estabelecer-se na cidade de Tatuí, interior de São Paulo, em 1985, e lá permanece até hoje, em um terreno com mais de meio milhão de metros quadrados. Sua área construída mede 28.000 m².

Uma das 63 editoras pertencentes à Igreja Adventista do Sétimo Dia, muitos livros estão editados em mais de 200 línguas e dialetos. No Brasil, são produzidos anualmente centenas de títulos entre didáticos, paradidáticos, revistas, livros sobre saúde, família e religiosos que são distribuídos em todos os cantos do país. Para se ter uma ideia do alcance da produção da CPB, o consumo mensal de papel é de cerca de 700 toneladas.

Com 630 colaboradores, a editora tem mais de mil títulos no portfólio. É evidente que uma produção desse porte exige um parque gráfico à altura e a CPB mantém sua alta qualidade e produtividade em parceria com a Heidelberg, pois tem dezenas de equipamentos da marca, entre impressoras e máquinas de acabamento. Aquisição recente, a dobradeira KH-82, com ajuste totalmente automático e alimentador de palete tornou-se um dos grandes destaques da Casa Publicadora Brasileira. Em abril deste ano foram instadas na editora duas dobradeiras, modelos KH-82 e TH 56, com ajustes totalmente automáticos.

“Depois da instalação da dobradeira KH 82, que foi configurada com alimentador de palete, acerto totalmente automático na unidade de dobras paralelas e na unidade de dobra cruzada, conseguimos constatar, em poucos meses, o aumento da quantidade de cadernos editoriais dobrados em até 50%, comparado às demais dobradeiras”, fala José Carlos de Lima, diretor-superintendente da Casa Publicadora Brasileira.

“A aquisição das dobradeiras visava reduzir o tempo de acerto com aumento de produtividade. Essa aquisição fez com que o cliente migrasse de equipamentos semiautomáticos para dobradeiras com ajustes automáticos, tornando o departamento de dobras mais eficiente. Outro objetivo da CPB era realizar a produção de cadernos editoriais com apenas um operador”, explica Alexandre Machado, gerente comercial da Heidelberg.


A satisfação com o equipamento levou a empresa a adquirir recentemente uma outra dobradeira KH 82 automática com alimentador de palete e saída palamides Alpha 500 Hd. “Esse cliente demonstra que investimentos realizados na área de acabamento aumentam a eficiência e propiciam um processamento rápido do material impresso”, finaliza Machado.

EFI reserva novidades e lançamentos para Connect 2018

Repleto de novidades, lançamentos e tendências do universo da impressão digital, o EFI Connect reunirá uma vasta exposição de equipamentos e softwares e intensa programação de palestras ministradas por grandes nomes da indústria. Nesta edição, a conferência acontecerá entre os dias 23 e 26 de janeiro de 2018, no hotel Wynn, em Las Vegas.

Durante os quatro dias, os participantes encontrarão um programa com mais de 100 sessões sobre temas diversos como: papelão ondulado, embalagens, softwares de gestão, soft signage, entre outros, além da ampla exposição comercial de soluções e equipamentos EFI. O programa de palestras está disponível no site www.efi.com/connect e conta com a presença de ministradores como o CEO da Rafael Hinojosa, Eric Bacourt, e o autor do livro ‘Unsquaring the Wheel’, Dr. Joe Webb.

Além do contato direto com especialistas, o evento é um momento único de networking com colegas da indústria gráfica e de impressão. Contando com a presença de profissionais de cerca de 40 países, muitos novos negócios são realizados e ideias inovadoras surgem em conversas e bate-papos com os profissionais mais influentes do mercado.


Registrando recorde de público na última edição, em janeiro desse ano, a EFI espera ampliar a visitação latino-americana. As inscrições ainda estão abertas, pelo site http://www.efi.com/connect/registration/. Inscrições: http://www.efi.com/connect/registration/

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Congraf evolui processo de produção ao investir em serviços da Heidelberg

A Congraf implantou em seu parque gráfico o programa de consultoria e treinamento Performance Plus, desenvolvido pela Heidelberg. De acordo com Kesler Santos, gerente da Heidelberg, o programa empregado na Congraf começou com uma avaliação da equipe por meio de provas com conteúdo técnico. “Após esse trabalho, os operadores receberam um treinamento teórico, apostilado. Consta também no programa uma inspeção completa no equipamento feita pelos especialistas da Heidelberg, além de treinamentos específicos para que a equipe use os recursos da máquina em sua totalidade“, exemplifica Santos acrescentando que houve a constatação que a Congraf não estava utilizando um equipamento chamado Image Control, que faz a leitura de cores e a inspeção de qualidade. 

“O equipamento foi reativado, com troca de peças e treinamento dos operadores. Com isso, conseguimos reduzir consideravelmente o desperdício e o tempo de acerto com melhor qualidade. Além disso, a cada três meses, é feita uma auditoria para identificar e corrigir possíveis desvios, tudo utilizando técnicas ISO 9000 e Lean Manufacturing “, avisa Santos.

Na prática, os resultados positivos estão aparecendo dentro do cotidiano da gráfica. Nicolau Avino, gerente administrativo da Congraf, destaca que, além dos benefícios como redução de tempo do operador, máquina e papel com ganho de qualidade, o Performance Plus trouxe maior confiança aos operadores. “Sentimos, desde o início do curso, que para o operador foi um ganho de confiança, ao mesmo tempo em que conseguimos uma integração total entre a pré-impressão e a impressão, agilizando e tornando mais eficiente todo o fluxo de trabalho”, observa Avino.



Sidney Anversa Victor, Presidente da Congraf, destaca que em um meio altamente competitivo como o mercado gráfico, a formação dos operadores é um diferencial para o sucesso das empresas, onde a qualidade, o preço e o prazo de entrega são fundamentais. “É importante contar com equipamentos modernos e eficientes, mas também é importante que as pessoas que lidam diariamente com esses equipamentos estejam aptas a conseguir o melhor que essas máquinas podem dar. Isso representa um ganho de qualidade e produtividade que pode ser a diferença na hora de atender um cliente de embalagem, que normalmente é superexigente em relação à qualidade de seu produto”, argumenta o presidente da gráfica.

Cenários Ibá: exportações do setor superam US$7 bilhões até outubro de 2017

De janeiro a outubro de 2017, as exportações de celulose cresceram 2,9% na comparação com mesmo período do ano passado, alcançando 16,0 milhões de toneladas comercializadas; as de painéis de madeira aumentaram 29,4%, atingindo 1,1 milhão de metros cúbicos direcionados ao mercado externo; e as de papel ampliaram 0,4% com mais de 1,7 milhão de toneladas negociadas. Este desempenho positivo fez com que a receita das exportações ultrapassasse a marca de US$ 7 bilhões nos primeiros 10 meses deste ano, um crescimento de 10,9% em relação ao mesmo período de 2016; e contribuiu para que a balança comercial do setor atingisse um superávit de US$ 6,15 bilhões, um avanço de 12,7%.

Nos primeiros dez meses de 2017, as exportações de celulose alcançaram o valor de US$ 5,2 bilhões (+13,7%), as de papel US$ 1,6 bilhão (+1,7%) e as de painéis de madeira US$ 242 milhões (+20,4%). 

No acumulado de janeiro a outubro deste ano, a China se manteve como principal destino da celulose produzida pelo Brasil com 39,7% de participação, representando uma receita de US$ 2,1 bilhões (+18,0%). O segundo maior destino da celulose foram os países europeus, que detiveram, neste período, uma fatia de 31,4% das exportações, com mais de US$ 1,6 bilhão (+5,6%). Os países latino-americanos foram os principais mercados dos segmentos de papel e de painéis de madeira nos primeiros dez meses do ano, com receitas de exportações acima de US$ 1,0 bilhão (+11,6%) e US$ 126 milhões (+16,7%), respectivamente.

O setor produtivo de árvores plantadas vem apresentando resultados positivos em 2017. De janeiro a outubro deste ano, a produção de celulose superou 15,9 milhões de toneladas (+2,9%); e a de papel atingiu 8,7 milhões de toneladas (+0,9%).


Nos primeiros dez meses de 2017, o segmento de painéis de madeira mostrou resultados favoráveis, ao comercializar mais de 5,3 milhões metros cúbicos no mercado interno (+2,5%); enquanto que o segmento de papel registrou a marca de 4,5 milhões de toneladas (-0,4%) no mesmo período.

Suzano Papel e Celulose inicia produção de tissue no Maranhão

A Suzano Papel e Celulose inicia a produção de bobinas usadas na confecção de papéis sanitários (tissue) na Unidade Imperatriz, a primeira fábrica desse tipo no estado do Maranhão. A unidade terá capacidade para produzir até 60 mil toneladas de papéis por ano.

O início da produção é mais uma etapa do ciclo de investimentos realizados pela Suzano Papel e Celulose na construção de duas fábricas de papéis sanitários, usados na confecção de papel higiênico, papel toalha, lenços de papel e guardanapos, entre outros itens. A linha da Unidade Mucuri (BA) foi inaugurada em setembro passado, com a mesma capacidade de produção da fábrica maranhense. O investimento estimado na instalação das duas unidades é de R$ 540 milhões.

Em um primeiro momento, a Unidade Imperatriz produzirá apenas os chamados “jumbo rolls” (bobinas gigantes de papel). No início de 2018, parte dessa produção será destinada à fabricação de produtos com marca própria da Suzano para o consumidor final, principalmente nas regiões Nordeste e Norte.


“O consumo per capita nas duas regiões ainda é inferior à média brasileira e acreditamos que a retomada da economia impulsionará ainda mais o consumo local dos papéis sanitários”, afirma Walter Schalka, presidente da Suzano Papel e Celulose.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Henkel divulga desempenho do terceiro trimestre

A Henkel informa ter apresentado um forte desempenho financeiro no terceiro trimestre de 2017. A multinacional alemã alcançou um crescimento orgânico de vendas de 3%, enquanto as vendas nominais cresceram cerca de 5%. “Alcançamos um aumento significativo no EBIT ajustado, e nossa margem EBIT ajustada alcançou um elevado novo patamar de 18%. Entregamos um crescimento significativo em ganhos ajustados por ação preferencial. Além disso, concluímos com sucesso três projetos de aquisição que irão fortalecer substancialmente nosso portfólio de negócios”, afirma Hans van Bylen, CEO da Henkel.

A Henkel confirmou sua orientação para o ano fiscal de 2017. Apesar do impacto cambial cada vez mais negativo, a Henkel elevou sua perspectiva de EPS. “Continuamos esperando um crescimento orgânico de 2 a 4% das vendas e um aumento acima de 17% da nossa margem EBIT ajustada. Para ganhos ajustados por ação preferencial, atualmente esperamos um aumento de cerca de 9%”, declarou Hans Van Bylen.

No terceiro trimestre de 2017, as vendas subiram 4,9% nominalmente para 4,981 milhões de euros. Os movimentos cambiais estrangeiros tiveram um efeito negativo global de 4,2% sobre as vendas. As aquisições e desinvestimentos representaram 6,1% do crescimento das vendas. O crescimento orgânico das vendas, que excluem o impacto do câmbio e das aquisições/desinvestimentos, registraram um aumento sólido de 3,0%.

A unidade de negócios de Adhesive Technologies divulgou uma boa elevação de 4,9% no crescimento orgânico das vendas. A unidade de negócios de Beauty Care gerou um crescimento orgânico de 0,5% nas vendas. A unidade de negócios de Laundry & Home Care registrou um aumento orgânico nas vendas de 1,8%.

Os mercados emergentes novamente fizeram uma contribuição acima da média para o crescimento orgânico da empresa, exibindo um aumento de 5,0% nas vendas. Os mercados maduros registraram um crescimento orgânico de 1,5% nas vendas.
Na região da Europa Ocidental, as vendas permaneceram no mesmo patamar do terceiro trimestre do ano anterior. Em todas as outras regiões, houve crescimento orgânico nas vendas: Na Europa Oriental, as vendas cresceram 4,8%. A região da África/Oriente Médio registrou crescimento de 3,2%. As vendas na região da América do Norte tiveram um aumento de 3,2%. A América Latina obteve crescimento de 2,8% e, na região Ásia-Pacífico, as vendas cresceram 6,4%.

O lucro operacional ajustado (EBIT) melhorou em 7,1% para 897 milhões de euros. As três unidades de negócio contribuíram para este aumento. O lucro operacional reportado (margem EBIT) cresceu 0,4 pontos percentuais para 18,0%. O rendimento ajustado por ação preferencial (EPS) subiu 8,5%, de 1,42 para 1,54 euros. O capital operacional líquido como porcentagem de vendas ficou acima de 0,4 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando 5,6%.

Com a conclusão bem-sucedida das aquisições dos negócios globais da Darex Packaging Technologies, do Grupo Sonderhoff e do Nattura Laboratorios, a Henkel fortaleceu ainda mais seu portfólio de negócios. Pela primeira vez, as vendas em nove meses excederam 15 bilhões de euros e aumentaram 9,3% para 15,143 milhões de euros. O crescimento orgânico das vendas, que excluem o impacto do câmbio estrangeiro e das aquisições/desinvestimentos, apresentaram um forte aumento de 3,1%. As três unidades de negócios contribuíram para este desempenho.

De janeiro a setembro de 2017, a unidade de negócios de Adhesive Technologies gerou um crescimento orgânico muito forte de 4,6% nas vendas. O rendimento ajustado sobre as vendas também registrou um forte aumento, alcançando 18,8%. A unidade de negócios de Beauty Care exibiu um crescimento orgânico positivo de 0,9% nas vendas. O rendimento ajustado sobre as vendas também exibiu um forte aumento, atingindo 17,6%. A unidade de negócios Laundry & Home Care registrou um bom crescimento orgânico de 2,2% nas vendas. O rendimento ajustado sobre as vendas foi de 17,6%.

A posição financeira líquida efetiva da Henkel no dia 30 de setembro de 2017 apresentou um saldo de -3.336 milhões de euros (em 31 de dezembro de 2016 foi de -2.301 milhões de euros). A alteração em comparação ao final de 2016 deve-se principalmente aos pagamentos por aquisições.


A Henkel confirma a previsão para o ano fiscal de 2017 e suas expectativas para o crescimento orgânico de 2% a 4% nas vendas. Atualmente, a previsão da companhia para o crescimento orgânico é de 4% a 5% para a unidade de negócios de Adhesive Technologies; de 0 a 1% para a unidade de negócios de Beauty Care, e aproximadamente 2% para a unidade de negócios de Laundry & Home Care. Para o rendimento ajustado sobre as vendas (margem EBIT), a Henkel continua antecipando um aumento superior a 17,0% em comparação ao ano anterior. Devido ao forte desempenho financeiro, a Henkel atualiza sua orientação para ganhos ajustados por ação preferencial (EPS) e agora prevê um aumento de aproximadamente 9%.

Vice-Presidente da Pöyry, Carlos Farinha, é eleito para o Conselho Executivo da ABTCP

O vice-presidente da Pöyry, Carlos Farinha, passa a integrar o Conselho Executivo da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP). O executivo foi eleito para a gestão 2017-2021, e a cerimônia de posse aconteceu durante o ABTCP 2017 - 50° Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, realizado no final de outubro, na capital paulista.

O Conselho Executivo da ABTCP é composto por 24 integrantes, que representam 12 empresas fabricantes, oito empresas fornecedoras, além de dois associados pessoas físicas. Completam o quadro outros dois membros de entidades convidadas - uma universidade e um centro de pesquisa.

Representando a Pöyry como empresa fornecedora, Farinha terá uma função preponderante junto à gestão da ABTCP, responsável por acompanhar e aconselhar o diretor executivo. Ainda como representante dos diversos segmentos do setor de celulose e papel, o vice-presidente da Pöyry, multinacional finlandesa de consultoria e serviços de engenharia, terá a missão de levar para a Associação experiências de sucesso e a visão do futuro aliada à sustentabilidade das empresas.

Engenheiro químico formado no Instituto Superior Técnico, da Universidade de Lisboa, Portugal, Carlos Farinha atua há mais de quarenta anos na área de celulose e papel. Sua atuação abrange as áreas de produção, engenharia e consultoria, tendo acompanhado grande parte dos projetos do setor no Brasil, desde o final da década de 1970.