segunda-feira, 30 de julho de 2012

Mercado mundial de mídias sociais vai movimentar US$ 16,9 bilhões este ano, diz Gartner

Tema será discutido na Conferência Gartner Arquitetura de Aplicações, Desenvolvimento e Integração, que tem desconto especial de R$ 200 até o dia 10 de agosto

O mercado mundial de mídias sociais vai movimentar US$ 16,9 bilhões em 2012, cifra que representa um aumento de 43,1% em relação ao ano passado. A previsão é do Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, que alerta as empresas para ficarem mais atentas ao desenvolver suas estratégias de negócios para sempre levar em conta as redes sociais e a mobilidade. Neste ano, a propaganda teve a maior fatia desse segmento, com US$ 8,8 bilhões. Entre 2010 e 2011, a receita de jogos sociais mais que dobrou e deve chegar aos US$ 6,2 bilhões até o final de 2012. Outras previsões sobre o tema serão apresentadas na Conferência Gartner AADI (Conferência Arquitetura, Desenvolvimento e Integração de Aplicações), que acontece nos dias 14 e 15 de agosto, no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

Segundo o Gartner, o uso das mídias sociais está amadurecendo o mercado brasileiro. Estima-se que mais de um bilhão de pessoas ao redor do mundo use estas ferramentas nos próximos meses. O número de pessoas que utilizam as redes sociais cresce em um ritmo moderado. Novas formas de mídia e entretenimento irão atrair, ainda, novos usuários e farão com que os existentes continuem interessados nas mídias sociais. A crescente concorrência entre os players, cada um disputando o tempo de lazer e a atenção dos consumidores, levará ao aumento das novas formas de mídias sociais (baseadas em Web e móveis).

Empresários estão direcionando uma grande porcentagem de seus orçamentos de publicidade para estes novos modelos de negócios. Isto é impulsionado, principalmente, porque os sites oferecem uma ampla gama de usuários engajados que gastam muito tempo conectados – isto aumenta as taxas de cliques potenciais. As redes sociais permitem que as empresas direcionem anúncios a segmentos distintos de consumidores, desbloqueando as estruturas de dados interconectados dos usuários, que inclui listas de amigos, seus comentários e mensagens, fotos, suas conexões sociais, informações de contato e mídias associadas.

O Gartner alerta que as redes sociais vão mudar radicalmente a forma de como as empresas interagem com seus clientes e funcionários. Por conta disso, registra-se um aumento por informações a respeito do tema e por sistemas que engajem as pessoas para temas de interesse das empresas. “Os sites de mídias sociais continuarão a incorporar técnicas de jogos em suas redes, influenciados pelas oportunidades de lucro que essas ferramentas apresentam. A venda de bens virtuais continuará a ser fonte primária de faturamento. Os principais criadores de jogos para console entraram, recentemente, na “arena” dos jogos sociais e estão fortalecendo a indústria”, diz Van Baker, diretor de pesquisas do Gartner e um dos palestrantes da Conferência Arquitetura, Desenvolvimento e Integração de Aplicações do Gartner.

O Gartner espera que esta tendência tenha um impacto favorável no faturamento, na medida em que os consumidores tendem a ser atraídos por jogos conhecidos. Alguns dos grandes desenvolvedores de mídias sociais, como Zynga, GREE e DeNA, mudaram para uma estratégia de plataforma aberta, aumentando a conveniência e escolha dos usuários.

As vendas de serviços de consultoria de alto valor, como relações públicas e gestão de reputação a marcas, estão crescendo e devem continuar neste ritmo, assim poderão gerir melhor sua presença nas redes sociais. Os pagamentos feitos para os anúncios nas mídias sociais, aumentarão, proporcionando mais oportunidades para os sites servirem como plataforma de transações de conteúdo digital (aplicações, como parte do Facebook), jogos sociais (FarmVille, por exemplo), ou pagamentos entre pessoas. Novas oportunidades para faturamento nas mídias sociais também aumentarão com a interação das plataformas móveis e de TV como um serviço essencial.

A curto e médio prazos, as redes sociais devem implantar técnicas de dados analíticos e, ao mesmo tempo, continuar a explorar outros canais de faturamento, como propaganda móvel e social commerce.

Analistas do Gartner apresentarão mais dicas para as empresas que desejam se preparar para este novo mundo interativo e repleto de mídias sociais durante a Conferência Gartner AADI (Conferência Arquitetura de Aplicações, Desenvolvimento e Integração).

As inscrições para o evento estão abertas e feitas até dia 10 de agosto terão desconto especial de R$ 200. Para mais informações, acesse www.gartner.com/br/aadi, ligue para (11) 3074-9724 e (11) 3073-0625 ou mande e-mail para brasil@gartner-la-events.com.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

A Incrível Máquina de Livros trocou mais de 3.000 unidades

A ação cultural lúdica “A Incrível Máquina de Livros”, comandada pela CBL desde o dia 23 de julho na Praça da República, área central da cidade de São Paulo, promoveu a troca, em apenas três dias de atividades, de mais de 3.000 livros.

 interesse do público tem gerado filas, principalmente entre 12h e 14h, quando os paulistanos aproveitam o intervalo de almoço no trabalho. No primeiro dia, as trocas somaram 600 exemplares e, no segundo e terceiro, superaram 2.600.

Até o dia 29, domingo, das 9 às 16h, a “Máquina do Livro” continua na Praça da República para estimular, de um jeito alegre, criativo e inovador, o contato com os livros e interesse pela leitura entre crianças, adolescentes, jovens e adultos.

A colorida “máquina”, acionada por um botão, ejeta obras literárias em troca da doação de outras em perfeito estado de conservação. 

Editora Mackenzie lança títulos na Bienal e apresenta nova livraria

A Editora Mackenzie, braço editorial da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), se apresenta na 22ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo. O evento, que reúne as principais editoras, livrarias e distribuidoras do país, acontece de 9 e 19 de agosto, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, e deve reunir 800 mil visitantes.

Com mais de 100 títulos publicados em 13 anos de existência, a editora inaugurou sua primeira livraria no último dia 23 de abril, Dia Internacional do Livro, no conjunto das comemorações dos 60 anos da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Situada na praça de alimentação do campus Higienópolis, a loja abre de segunda a sexta-feira, das 9 às 21 h.

Filiada à ABEU (Associação Brasileira das Editoras Universitárias), a Editora Mackenzie contará com estande próprio junto às demais editoras universitárias. Durante a Bienal, serão lançados novos títulos e uma nova coleção, a Conexão Inicial, voltada para alunos de graduação em diversas áreas do conhecimento. Na ocasião será apresentada sua livraria, inaugurada em abril, no campus Higienópolis.

O lançamento da Conexão Inicial acontecerá no dia 15, quarta-feira, às 17h, com a presença do presidente do Instituto Presbiteriano Mackenzie, Dr. Hesio Maciel, e do reitor da UPM, Prof. Dr. Benedito Aguiar. Seu primeiro volume, intitulado Introdução à pragmática: a linguagem e seu uso, é de autoria do Prof. Dr. Ronaldo de Oliveira Batista, coordenador do curso de Letras e professor do Centro de Comunicação e Letras da UPM. Com base em estudos pragmáticos, a obra apresenta ao leitor a linguagem em uso, trazendo questões de forma acessível aos estudantes de Letras, Comunicação e interessados na Língua Portuguesa em geral.

Na mesma data será lançado o livro Urbanização na virada do milênio: enfoques e perspectivas do programa UN-Habitat, da Coleção Academack, organizado pela arquiteta e urbanista Denise Antonucci, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Mackenzie. A obra analisa e divulga a atuação do UN-Habitat (Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos), criado pela ONU para tratar dos problemas que envolvem moradia no mundo.

Estão previstas sessões de autógrafos de lançamentos recentes da Coleção Academack, que fazem parte dos cerca de 80 títulos que a Editora Mackenzie levará à Bienal. As obras serão comercializadas a preços especiais:

- A herança simbólica na azulejaria barroca: os painéis da igreja de São Francisco da Bahia, de Patricio Dugnani;

- Dominação e resistência no contexto trabalho-saúde, de Ana Magnólia Mendes, Cleverson Pereira de Almeida, José Newton Garcia de Araújo e Mário César Ferreira (Orgs.);

- Em trânsito: um ensaio sobre narrativas de viagem, de Renato Modernell;

- Formação e evolução da grande empresa brasileira, de Dimária da Silva Meirelles (Org.);

- Leituras do duplo, de Aurora Gedra Ruiz Alvarez e Lílian Lopondo (Orgs.);

- O Evangelho da Terra-Média – Leituras Teológico-literárias da obra de J.R.R. Tolkien, de Carlos Ribeiro Caldas Filho (Org.);

- Preconceito e intolerância: reflexões linguístico-discursivas, de Diana Luz Pessoa de Barros (Org.).

Os valores de ingressos para a Bienal, que podem ser adquiridos antecipadamente via site do evento, são R$ 12 e R$ 6 (meia entrada), com acesso gratuito para visitantes escolares agendados, professores, bibliotecários, crianças até 12 anos e maiores de 60. O Pavilhão de Exposições do Anhembi fica na Av. Olavo Fontoura, 1.209, e o estande do Mackenzie é o F40, próximo à área de entrada e saída dos visitantes.

Xerox e Iddéia promovem palestra sobre a relação entre offset e digital em Londrina

No dia 9 de agosto, a Iddéia Soluções em TI promove a palestra “Transição do mundo off set para o digital”, ministrada por Jardel Nunes, gerente de desenvolvimento de canais da Xerox.

No evento, que acontece em parceria com a Xerox e com a Abigraf, serão discutidas as tendências do mercado gráfico, as novas tecnologias e oportunidades do mundo digital.

A palestra será no dia 9 de agosto, às 19h, no Hotel Boulevard em Londrina (Avenida Higienópolis, 199 – Centro). Mais informações pelo (41) 3253-7172.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Produção de celulose e papel se mantém estável no primeiro semestre

O setor brasileiro de celulose e papel encerrou o primeiro semestre do ano com poucas variações em produção e consumo. No acumulado, a produção de celulose atingiu aproximadamente 6,95 milhões de toneladas, quase o mesmo volume de 2011 no período, que foi de 6,98 milhões de toneladas. Em junho, foram produzidos 1,15 milhão de toneladas do produto, 1,6% a mais do que no mês anterior, e o volume das exportações cresceu 6,5% no mês.

Quanto ao papel, a produção somou 4,91 milhões de toneladas no semestre, 0,6% a mais do que no ano passado. Desse total, 823 mil toneladas se referem à produção de junho, praticamente a mesma quantidade de maio. O volume de vendas no mercado interno teve uma ligeira alta de 1,5% no semestre, comparativamente ao de 2011.

A exportação de celulose e papel, de janeiro a junho de 2012, obteve receita de US$ 3,32 milhões, contra US$ 3,56 milhões no mesmo período do ano passado, uma queda de 6,7% no período.

Não há fim se há meios

Quando moleque, jogando bola na rua, sempre brincávamos que se fosse para ser atropelado, próximo ao golzinho demarcado por tijolos de alguma construção inacabada, que Deus mandasse uma Mercedes esportiva e de última geração. Livrai-nos do Fusca, do Passat, da Belina, do Fiat 147, entre tantos outros velhinhos, hoje, porém, colecionáveis.  
Uma senhora da rua de cima sempre profetizava que gostaria de morrer antes da própria morte. Matreira, suas histórias margeavam a imaginação dos meninos, inclusive a minha, ao contar que gostaria de falecer no gozo da saúde plena. Assim como as divas do cinema dos anos 40, só que em cores.
A senhora sempre contava uma passagem com um burguês inglês que em pleno ato sexual se  apagou nos atributos físicos da amante. Subitamente, o médico adentrou ao palácio perguntando se o cliente conservava a consciência. Não, respondeu alguém. Ela saiu pela correndo pela porta dos fundos.   
Com o poder que só a escrita proporciona - e o papel interpreta -, transporto o tema para a  indústria gráfica. Pragmatismo de fora, há pessoas que acreditam piamente no fim do papel -  que, convenhamos, não seria o fim da impressão. Comprado por alguns, o discurso de que o papel está chegando ao fim provou-se não ser argumento para acabar com a indústria da impressão. Hoje, modernas impressoras trabalham com inéditos substratos, como vidro, PVC, lonas, plástico, cerâmica, entre outros que não recordo agora. Além do papel, teríamos uma  miríade de substratos. A consciência, então, estaria preservada.
No meio jornal as notícias passam distantes do ar fúnebre. A probabilidade de falência múltipla dos órgãos, orquestrada pelo fim do papel, está distante. O IVC informa que o segmento jornal apresentou crescimento de 2,3% no primeiro semestre de 2012.  Entre os meses de janeiro e junho, a média diária de circulação de todos os jornais filiados ao instituto foi a maior da história, atingindo a marca de 4.543.755 de exemplares. Ao comparar esses dados do IVC de junho de 2012 com os últimos 12 meses é possível observar um crescimento de 5,1% da circulação dos títulos populares (com preço inferior a R$ 0,99). A circulação dos jornais com preço de capa entre R$ 1 e R$ 2 teve um aumento de 2,5% nos últimos doze meses. O menor percentual de crescimento (0,8%) foi registrado na faixa dos títulos acima de R$ 2. Novamente, a consciência foi preservada.
Sergio D’Ávila, editor executivo da Folha de S.Paulo, lembrou durante evento para discutir o mercado de jornais, que sempre que há uma inovação tecnológica. “Mas as inovações tornam os jornais melhores. Quando surgiu o telégrafo, os jornais passaram a ter lead. Com o rádio, sumiram as edições vespertinas. A TV fez os jornais colocarem mais fotos na primeira página, já a TV colorida fez as páginas ficarem coloridas. Cada inovação teve uma leitura e fez uma transformação, mas eles foram seguindo. A internet talvez tenha gerado com uma velocidade maior esta atualização constante”, apontou.
Já o mercado de produtos de luxo – e a indústria gráfica, principalmente de embalagens, curte esse setor - registrou crescimento médio de 20% em 2011, totalizando vendas de R$ 18,8 bilhões. Estimativa da MCF, consultoria especializada nesse segmento, é de o crescimento na casa dos 20% pelos próximos três anos. O mercado de luxo, então, além da consciência preservada, investe em qualidade de vida. O papel é inerente ao meio, tenha certeza.  
Enquanto isso, naquela rua, a idosa continua sonhando com o instante derradeiro. Deseja  morrer com perfeita saúde, igual a um passarinho que se deita para dormir em seu aconchegante ninho. Por outro lado, desistira de esperar a data fatídica. Já se acostumou com a ideia de visitar permanentemente o céu sabe se lá quando.
Sentada em sua antiga poltrona de balanço, permeada por fibras de coqueiro legítimo,   lembra por um instante de quantas vezes o jornal lhe proporcionou notícias fresquinhas e manchetes arrasadoras na temível época da ditadura militar. Lembra ainda quantos livros saboreou debaixo de uma antiga jabuticabeira que filtra os raios solares de sua modesta casinha.
Foi por meio do papel e pelo incessante hábito da leitura que conheceu Dom Casmurro, teve raiva por alguns instantes do assassino da cachorra Baleia, em Vidas Secas, e molhou as páginas do livro Pássaros Feridos. Por muitas vezes viu o jornal antigo virar embalagem do excelente chouriço feito pelo seu Joaquim, do armazém ao lado de sua casa. Viu, reviu e continua a pensar em sua morte. Quando perguntada se acha que o papel caminha para o mesmo fim, é enfática: Sim, morrerá, assim que o ser humano deixar alugar o universo.
Indago: Quer dizer o Planeta Terra?
- Claro que não. Quero dizer universo mesmo, não sei quais são os meios de leitura dos extraterrestres.
Saudações Graphprintenses,
Fábio Sabbag  - Editor da GRAPHPRINT                  

Percepções sobre navegação e hábitos de compra online ao redor do mundo

Britânicos, norte-americanos e alemães fazem compras online como terapia para superar o desânimo das segundas-feiras; brasileiros compram online durante o expediente de trabalho; para os franceses, comprar pela internet alivia a tensão de cuidar dos filhos

A Rakuten, terceira maior varejista online do mundo, divulgou dados  de compras e hábitos de navegação de suas unidades pelo mundo. Com base nos dados extraídos sobre tráfego e vendas através do marketplace global da Rakuten, esses conhecimentos proporcionam uma visão intrigante sobre como as diferenças locais moldam os hábitos de compra online dos consumidores em todo o mundo. Os resultados destacam como os consumidores encaixam o varejo online em sua rotina e até mesmo na vida profissional, a crescente popularidade das compras através do mobile commerce e como os consumidores avaliam a compra de itens de valores baixos e altos.

Os dados da Rakuten revelaram que terapia de compras online é o antídoto mais comum à “tristeza da volta ao trabalho”, com os Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha marcando seus picos de números de navegação às segundas-feiras.

Na França, onde os jovens vão às aulas apenas quatro dias na semana, os dados mostram que os picos de compra online se dão às quartas-feiras, quando os pais geralmente ficam em casa para cuidar de seus filhos.

No Brasil, onde a conexão de banda larga doméstica é relativamente baixa, compradores online são mais propensos a gastar quando estão no trabalho, de acordo com a Rakuten Brasil. No entanto, longe de se esquivar das responsabilidades do trabalho a fim de fazer compras, os brasileiros costumam comprar online no horário de almoço,  sendo que o pico da atividade se dá entre  as 12h e 14h.

Tanto nos Estados Unidos quanto no Reino Unido, o horário de pico para navegação móvel ocorre pela manhã, sendo que no segundo país ocorre um pouco mais cedo que no primeiro. Talvez, esse fato se deva à maior utilização de transporte público por parte dos trabalhadores no Reino Unido, o que oferece maior oportunidade para navegação, que acontece entre as 7hs e 8hs.

Nos Estados Unidos, o pico da navegação pela manhã ocorre por volta das 10h. Por outro lado, na França os consumidores são propensos a usar algum dispositivo móvel para comprar entre as 18h e 19h.

Durante suas experiências de compras online e móvel, os consumidores estão, talvez sem surpresa, gastando mais tempo navegando em categorias que tendem a ter preço elevado. Os consumidores norte-americanos são muito mais cautelosos  quando escolhem computadores, eletrônicos, roupas e bolsas, quando uma média de 4.4 a 4.7 minutos são gastos para avaliar o produto antes de comprar.

Em comparação, os produtos de menor valor levam apenas 3 minutos para serem adquiridos. O tempo de decisão também indica que moda e literatura são itens que os britânicos compram por impulso, com o usuário comum gastando pouco mais de 40 segundos antes da compra de roupas e menos de um minuto em livros.

Em comparação, um produto como uma TV, tem tempo de decisão de compra de 2 minutos.  Uma característica interessante é evidente no Brasil, onde telefones celulares com valores altos costumam ter um baixo tempo de decisão de compra, sugerindo que os consumidores  já pesquisaram os produtos online e então farão uma compra com base unicamente no preço.

“O e-commerce é um fenômeno verdadeiramente global e os dados registrados em toda a nossa rede destacam a importância de compreender as diferenças locais e como elas devem moldar a abordagem de varejistas online. A Rakuten é um expoente em combinar visão global com toque local, e com esta abordagem os varejistas podem rapidamente atingir e atender novos mercados. Acreditamos que o modelo e filosofia da Rakuten apoia a expansão rápida e simples, e a percepção do consumidor está no  centro desta abordagem”, comentou Mark Kirschner, diretor de marketing global da Rakuten.

“Estes resultados demonstram como o e-commerce tornou-se parte do nosso cotidiano, fazendo com que o varejo seja mais penetrante do que jamais foi. Graças a dispositivos móveis, os consumidores no Reino Unido agora são capazes de fazer compras durante o seu trajeto, enquanto na França os pais podem agora encomendar compras online enquanto cuidam dos filhos, sem ter que arrastá-los para o supermercado. Os consumidores ainda fazem escolhas que requerem ponderação, levando mais tempo para decidir sobre itens mais caros, mas em certos casos, compradores experientes estão claramente fazendo a sua pesquisa antes de comprar, aproveitando o poder da internet e redes sociais para fazer escolhas bem informados ", afirmou Alessandro Gil, CMO da Rakuten Brasil.

Os dados de tendências de compras foram coletados nas empresas Play.com (Reino Unido), Buy.com (EUA), Rakuten Deutschland (Alemanha), Priceminister (França) e  Rakuten Brasil, todas pertencentes ao grupo Rakuten. Através de parcerias e aquisições, a Rakuten também opera na Indonésia, Rússia, Espanha e Canadá, bem como no Japão.

Para mais informações visite: www.rakuten.com.br