sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Após Impeachment, presidente da Abigraf avalia que o desafio mais urgente é a recuperação da economia

Levi Ceregato, presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf Nacional) e do Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo (Sindigraf-SP), salienta que, “além das pedaladas fiscais, que  justificam constitucionalmente o impeachment da presidente Dilma Rousseff, seu definitivo afastamento da chefia do governo atende a um anseio nacional, motivado pela indignação da sociedade ante escândalos de corrupção, desmandos e incompetência”.

Agora, afirma Ceregato, “o desafio mais urgente é a recuperação da economia, pois a crise já provocou danos muito graves”. Lembrando que a Abigraf Nacional, juntamente com as regionais e entidades do setor, posicionou-se de modo firme e público em prol do impeachment, o líder gráfico disse que “o impedimento, cujo rito amparou-se na legalidade, representa uma vitória democrática dos brasileiros. Contudo, o processo não pode terminar com a posse definitiva do presidente Michel Temer. É necessário que a troca de governo também represente, em termos práticos, uma nova atitude do Estado perante a população e as grandes prioridades nacionais”.

Ceregato pondera que as expectativas dos brasileiros, porém, não se esgotam na economia. “Afinal, para que seja sustentável e não continue mergulhando em crises intermitentes, são necessárias as tão reclamadas reformas tributária, trabalhista e previdenciária. Sua realização é essencial para desonerar a produção e conferir mais saúde fiscal ao Estado. Esperamos, ainda, que tenhamos mais estabilidade política, com a devida independência dos Três Poderes, mas com sinergia entre eles no tocante à defesa dos grandes interesses nacionais”.


ABIMAQ apoia o novo governo e defende a realização de reformas e redução dos gastos públicos

Com o anúncio do novo governo à frente da presidência da República, a ABIMAQ espera que o Brasil volte a trabalhar e fazer a sua lição de casa no sentido de recuperar a economia e recolocar o país no rumo do desenvolvimento.

Para tanto, a ABIMAQ apoia integralmente as propostas do governo de corte de gastos. “Junto com a Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMAQ), nós apoiamos a votação, o mais rápido possível, da PEC da limitação dos gastos públicos e incentivamos as reformas da previdência e trabalhista”, analisa o presidente executivo da ABIMAQ, José Velloso.

O presidente executivo acredita que o ajuste fiscal é necessário para que o país volte a crescer, o que deve exigir, forçosamente, o corte de despesas. “Entendemos que não existe espaço na economia para o aumento de impostos. As empresas já estão asfixiadas, o brasileiro já está endividado e não há como apresentar para a sociedade mais aumento de impostos”, afirma.

Além disso, para Velloso, o governo precisa, neste momento, entrar em um ciclo de retomada do crescimento e dos investimentos e, para isso, deve reduzir a taxa de juros, o maior concorrente dos investimentos no Brasil e do setor de máquinas e equipamentos para voltarem a crescer.


O governo necessita, urgentemente, combater a inflação, cortando despesas públicas e abrindo espaço para uma forte redução dos juros. Precisa também de uma política cambial que torne a economia brasileira mais competitiva. “Nos próximos dias, nós trabalharemos fortemente, junto à FPMAQ e aos meios que temos influência, para que o governo tenha sucesso no corte das suas despesas o mais rápido possível”, destaca Velloso.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Tetra Pak e Henkel apresentam adesivo para embalagens de alimentos e bebidas

O novo Tetra Pak TrayFix, um adesivo hot melt a base de poliolefina amorfa, é indicado para embalagens secundárias. De acordo com as empresas, o novo produto oferece redução de consumo na aplicação superior a 25% e alta estabilidade térmica.

Além disso, informam, o adesivo reduz a necessidade de limpeza das bombas, mangueiras, filtros e bicos dos equipamentos e aumenta a durabilidade dos componentes aplicadores. O Tetra Pak TrayFix é indicado para máquinas de baixa e alta velocidade.

“Por apresentar excelente estabilidade térmica, o produto mantém suas propriedades originais inalteradas por longos períodos quando aquecido”, afirma Edison Kubo, Diretor de Desenvolvimento de Negócios de Serviços Técnicos da Tetra Pak.

Para André Baron, Head da divisão de Adesivos Industriais da Henkel, o diferencial do Tetra Pak TrayFix está no fato dele ser produzido com matérias-primas de última geração, provenientes de fornecedores globais sustentáveis. “Há uma diminuição significativa do custo de manutenção de até 40%, dependendo do tipo da operação. É um adesivo leve e transparente, que aprimora a aparência da embalagem e garante a segurança alimentar para o consumidor final”, afirma o executivo.

A necessidade do desenvolvimento de um portfólio completo de adesivos para aplicação em tampas, canudos e embalagens surgiu em 2010 com a parceria firmada globalmente entre a Tetra Pak e a Henkel. Cada produto criado passa por rigorosos requisitos técnicos para que entreguem o máximo de desempenho.

Os adesivos desenvolvidos e fabricados pela Henkel são testados e aprovados por ambas as empresas. Além disso, o diferencial está na formulação, desenvolvida exclusivamente para atender aos mais rigorosos requisitos técnicos e entregar o máximo de desempenho e valor para cada aplicação.


Inscrições abertas para o Concurso Theobaldo De Nigris

O concurso Theobaldo de Nigris recebe inscrições até 9 de setembro. Os trabalhos podem ser apresentados diretamente pelas gráficas, e também por editoras, agências de publicidade, designers e anunciantes. Concorrem peças produzidas entre 1o. de agosto de 2015 e 31 de julho de 2016.

A cerimônia de premiação do XXIII Concurso Latino-Americano de Produtos Gráficos Theobaldo De Nigris será realizada em 16 de fevereiro de 2017, em Fort Lauderdale, Flórida, nos Estados Unidos.

Os produtos vencedores do troféu “Gráfica Ouro” concorrerão automaticamente ao Concurso Internacional Premier Print Awards, considerado o mais importante do mundo, organizado pela Printing Industries of America (PIA).

A realização do concurso é da Confederação Latino-Americana da Indústria Gráfica – Conlatingraf, com coordenação da Printing Association of Florida - PAF, e promoção e coordenação nacional da Associação Brasileira da Indústria Gráfica – ABIGRAF Nacional.

Os jurados são indicados pelo país organizador de cada edição e não podem ocupar cargos de nenhuma espécie em empresas participantes do concurso. São profissionais com experiência comprovada dos segmentos de design, pré-impressão, impressão e acabamento. Para o julgamento são considerados os seguintes fatores: qualidade do projeto gráfico (arte e design); qualidade da pré-impressão; qualidade de impressão; e qualidade de acabamento em geral.


As 82 categorias do Concurso Theobaldo De Nigris são as seguintes: Volantes, dípticos, tríticos e dobráveis; Pastas; Folhetos; Catálogos; Livros; Revistas; Encartes; Anuários, Relatórios de negócios e Livros Institucionais; Materiais ponto de venda (display); Anúncio, cartazes, pôsteres; Cartões, convites e programas; Calendários; Serigrafia; Flexografia; Sacolas impressas em qualquer material e/ou sistema de impressão; Conjunto gráfico; Rotogravura; Guias especializados; Papelaria personalizada e de empresa; Embalagens dobráveis; Agendas, cadernos; Impressão de segurança; Jornais e diários; Rótulos; Produtos próprios; Especialidade Miscelâneas; Menção honrosa aos produtos com inovação; e Estudantes.

Balança comercial do setor de árvores plantadas registra saldo positivo de US$ 3,8 bilhões

A indústria de árvores plantadas continua destacando-se por sua contribuição significativa para o saldo positivo da balança comercial do País. De janeiro a julho de 2016, o setor registrou US$ 3,8 bilhões de superávit, um crescimento de 7,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita de exportações de celulose, painéis de madeira e papel foi a principal responsável pelo resultado, e alcançou R$ 4,4 bilhões neste ano.

“Quando avaliamos o mercado externo temos um cenário distinto. As exportações da celulose brasileira continuam crescendo, com destaque para a China, que passou a ser o principal destino para o insumo, com 37% de participação na receita. As vendas externas para o mercado chinês somaram US$ 1,1 bilhão nestes primeiros sete meses do ano. Por outro lado, as exportações de papel e painéis de madeira estão concentradas nos países da América Latina com 58% e 54% do total respectivamente”, comenta Elizabeth de Carvalhaes, presidente-executiva da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores).

“A alta do volume de celulose exportada é justificada pelo aumento da produção com a entrada de novas linhas.  Já nos segmentos de painel de madeira e papel, que em geral possuem grande parte do volume direcionado para o mercado doméstico, houve um redirecionamento das vendas para outros países, especialmente para a América Latina, como forma de compensar o recuo na demanda interna” completa Elizabeth.

Os demais indicadores de desempenho do setor de árvores plantadas estão na 27ª edição do Cenários Ibá, boletim mensal da Indústria Brasileira de Árvores, publicado no seu portal.
O volume das exportações de celulose atingiu a marca de 7,5 milhões de toneladas até julho de 2016, crescimento de 12,7% em relação ao mesmo período de 2015. As exportações de papel subiram 5,1%, somando 1,2 milhão de toneladas, e o segmento de painéis de madeira teve alta de 56%, com meio milhão de metros cúbicos exportados.

A produção brasileira de celulose superou as 10 milhões de toneladas no ano, alta de 8,9% em relação ao mesmo período de 2015. A produção de papel se manteve estável em 6 milhões de toneladas, igual ao número do ano passado.

De janeiro e julho de 2016, as vendas de papel no mercado doméstico atingiram 3 milhões de toneladas, registrando estabilidade na comparação com o mesmo período de 2015. No segmento de painéis de madeira, as vendas no mercado interno atingiram 3,6 milhões de m³, volume 5% inferior na comparação com o mesmo período do ano passado.


Após Impeachment, presidente da Abigraf avalia que o desafio mais urgente é a recuperação da economia

Levi Ceregato, presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf Nacional) e do Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo (Sindigraf-SP), salienta que, “além das pedaladas fiscais, que  justificam constitucionalmente o impeachment da presidente Dilma Rousseff, seu definitivo afastamento da chefia do governo atende a um anseio nacional, motivado pela indignação da sociedade ante escândalos de corrupção, desmandos e incompetência”.

Agora, afirma Ceregato, “o desafio mais urgente é a recuperação da economia, pois a crise já provocou danos muito graves”. Lembrando que a Abigraf Nacional, juntamente com as regionais e entidades do setor, posicionou-se de modo firme e público em prol do impeachment, o líder gráfico disse que “o impedimento, cujo rito amparou-se na legalidade, representa uma vitória democrática dos brasileiros. Contudo, o processo não pode terminar com a posse definitiva do presidente Michel Temer. É necessário que a troca de governo também represente, em termos práticos, uma nova atitude do Estado perante a população e as grandes prioridades nacionais”.


Ceregato pondera que as expectativas dos brasileiros, porém, não se esgotam na economia. “Afinal, para que seja sustentável e não continue mergulhando em crises intermitentes, são necessárias as tão reclamadas reformas tributária, trabalhista e previdenciária. Sua realização é essencial para desonerar a produção e conferir mais saúde fiscal ao Estado. Esperamos, ainda, que tenhamos mais estabilidade política, com a devida independência dos Três Poderes, mas com sinergia entre eles no tocante à defesa dos grandes interesses nacionais”.

ABIMAQ apoia o novo governo e defende a realização de reformas e redução dos gastos públicos

Com o anúncio do novo governo à frente da presidência da República, a ABIMAQ espera que o Brasil volte a trabalhar e fazer a sua lição de casa no sentido de recuperar a economia e recolocar o país no rumo do desenvolvimento.
Para tanto, a ABIMAQ apoia integralmente as propostas do governo de corte de gastos. 

“Junto com a Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMAQ), nós apoiamos a votação, o mais rápido possível, da PEC da limitação dos gastos públicos e incentivamos as reformas da previdência e trabalhista”, analisa o presidente executivo da ABIMAQ, José Velloso.

O presidente executivo acredita que o ajuste fiscal é necessário para que o país volte a crescer, o que deve exigir, forçosamente, o corte de despesas. “Entendemos que não existe espaço na economia para o aumento de impostos. As empresas já estão asfixiadas, o brasileiro já está endividado e não há como apresentar para a sociedade mais aumento de impostos”, afirma.

Além disso, para Velloso, o governo precisa, neste momento, entrar em um ciclo de retomada do crescimento e dos investimentos e, para isso, deve reduzir a taxa de juros, o maior concorrente dos investimentos no Brasil e do setor de máquinas e equipamentos para voltarem a crescer.


O governo necessita, urgentemente, combater a inflação, cortando despesas públicas e abrindo espaço para uma forte redução dos juros. Precisa também de uma política cambial que torne a economia brasileira mais competitiva. “Nos próximos dias, nós trabalharemos fortemente, junto à FPMAQ e aos meios que temos influência, para que o governo tenha sucesso no corte das suas despesas o mais rápido possível”, destaca Velloso.