quinta-feira, 3 de julho de 2014

EFI fará evento simultâneo com associação do setor de comunicações gráficas

A EFI e a AMSP/NAPL/NAQP anunciam que os eventos EFI Connect e AMSP/NAPL/NAQP Executive Leadership Summit (anteriormente conhecido como AMSP Winter Conference e NAPL Top Management Conference) serão realizados simultaneamente, em 2015. As conferências conjuntas em 2015 serão realizadas no Wynn Hotel em Las Vegas, nos EUA. O EFI Connect acontecerá de 20 a 22 de janeiro. Já o AMSP/NAPL/NAQP Executive Leadership Summit ocorrerá de 19 a 22 de janeiro. O objetivo de juntar os dois eventos é aprofundar a experiência educativa e prática para todos os participantes.

As duas conferências foram preparadas para manter os empresários, os CEOs e as equipes de gerenciamento a par das tendências, tecnologias e habilidades gerenciais mais recentes necessárias para crescer e prosperar em um setor em constante evolução.

A combinação do AMSP/NAPL/NAQP Executive Leadership Summit com o EFI Connect dará aos públicos dos dois eventos uma experiência superior com acesso a uma gama mais ampla de recursos, incluindo diversos programas compartilhados disponíveis para os inscritos em cada conferência.

A experiência agregada da EFI e da AMSP/NAPL/NAQP cobre todos os aspectos do gerenciamento de negócios e de tecnologias do setor. Isso inclui tópicos estratégicos e operacionais, bem como questões de vendas e marketing.

“Estas são apenas algumas das vantagens de participar das duas conferências. Acreditamos que esse novo evento se tornará a maior conferência de liderança intelectual do setor”, diz observou Frank Tueckmantel, vice-presidente de marketing corporativo da EFI.


“Sempre nos esforçamos para oferecer aos membros da AMSP/NAPL/NAQP uma experiência mais ampla. Agora temos os recursos para realizar não só nossa melhor conferência, mas também a melhor conferência que o setor tem a oferecer aos CEOs e às suas equipes de gerenciamento”, afirmou Joseph P. Truncale, Ph.D., presidente e CEO da AMSP/NAPL/NAQP.

Suzano Papel e Celulose abre inscrições para o Jovens Engenheiros Suzano

A Suzano Papel e Celulose abriu, desde segunda-feira (30), processo seletivo para o Jovens Engenheiros Suzano, programa de desenvolvimento para engenheiros que tenham concluído a graduação entre julho de 2012 e dezembro de 2014 e com interesse em atuar nas áreas de Industrial, Florestal, Engenharia, Logística e Suprimentos da empresa. 

As inscrições, que vão até o dia 30 de julho, podem ser realizadas pelo site http://www.suzano.com.br/portal/suzano-papel-e-celulose.htm. 

Os aprovados serão contratados por 24 meses, com início previsto para outubro deste ano.

O programa oferecerá desenvolvimento técnico e profissional, por meio da união do conhecimento teórico e prática, com a utilização do job rotation para maximizar o aproveitamento e aprendizado. 

“Assim, nossa expectativa é formar profissionais completos, com potencial de crescimento, e que nos ajudem no processo de transformação da empresa”, explica Carlos Alberto Griner, diretor executivo de Recursos Humanos da Suzano Papel e Celulose.

O processo seletivo terá seis etapas: a inscrição, dois testes online – um de inglês e outro de eficiência na resolução de problemas (T.E.R.P.), a dinâmica de grupo, entrevista individual e um painel com a Diretoria Executiva da empresa. Os candidatos selecionados atuarão nas unidades da empresa nas cidades de Suzano (SP), Limeira (SP), Imperatriz (MA) e Mucuri (BA).


Entre os pré-requisitos, o interessado deve ter formação nas áreas de Controle e Automação, Elétrica, Eletrônica, Florestal, Gestão, Industrial, Materiais, Mecânica, Mecatrônica, Produção e Química. Além disso, é exigido inglês avançado, disponibilidade para viagens e mudança de estado e graduação mínima de quatro anos.

Na ExpoPrint, em parceria com a Esko, a DuPont Packaging Graphics anuncia nova chapa para impressão flexográfica


Especialmente projetada para atingir resultados superiores com o uso de tintas UV. De acordo com a DuPont, a chapa também se diferencia pela melhor densidade de tinta em áreas de sólido, redução no desperdício, economia de tempo e melhor custo em aplicações que envolvam substratos nobres, como etiquetas sensíveis a pressão, etiquetas autoadesivas e rótulos termo encolhíveis


A nova chapa DuPont‏ Cyrel FAST DFUV foi desenvolvida para impressão banda estreita com setups mais rápidos, que demandam uma tecnologia de alta performance para uso com tintas UV. "O produto atinge a cor pretendida de forma rápida, com retículas suaves e sólidos intensos, sem comprometer o ganho de ponto, as altas luzes e a resolução da imagem", revela Rodrigo Yamaguchi, gerente de Vendas da DuPont Packaging Graphics Brasil.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Atividade da indústria paulista deve encerrar o ano com queda de 4,4%

Segundo pesquisa da Fiesp e do Ciesp, atividade da indústria caiu 0,9% na comparação mensal

O desempenho da atividade industrial de São Paulo deve cair 4,4% até o final de 2014 e não há de onde tirar um sinal de recuperação do setor, avalia o diretor da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Francini.
Segundo ele, os fundamentos que compõem o Indicador de Nível de Atividade (INA), elaborado pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp e do Ciesp, corroboram o persistente cenário de baixa performance industrial.

“De algum lado teria de vir o sinal de recuperação e nós não o encontramos. Pelo contrário, as variáveis apontam para baixo, portanto a situação da indústria no ano é muito pior do que o cenário mais pessimista que nós poderíamos ter”, afirma Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon), responsável pela elaboração do índice.

Francini reforça que fundamentos como a queda do emprego, a baixa demanda interna e externa pelo setor automotivo, sobretudo por parte da Argentina, e a falta de disposição em novos investimentos da indústria de máquinas e equipamentos continuam abatendo o desempenho da indústria paulista.

Ele acrescenta ainda que o aumento da taxa de juros e a falta da correção da taxa câmbio são fatores que agridem ainda mais o setor manufatureiro.
“Portanto você olha para a indústria e não vê por onde ela vai sair. Num ano eleitoral em que o fantasma da inflação existe, você tem aumento da taxa de juros e uma taxa de cambio que não está se corrigindo”, explica.

Na leitura mensal, o INA caiu 0,9% em maio versus abril, com ajuste sazonal. Mas, no acumulado de janeiro a maio de 2014, o desempenho da indústria paulista despencou 7,3% na comparação com igual período do ano anterior, o pior valor da série histórica da pesquisa com exceção de 2009, quando houve queda de 16,3%.

O diretor da Fiesp e do Ciesp ressalta, no entanto, que os números da indústria em junho podem apresentar “uma queda importante” graças aos feriados e paralisações ocorridas no transporte público no mês passado. “Nesse caso tivemos 12 dias úteis se contadas todas as paralisações, feriado, Copa e etc”.

No levantamento de maio, a variável que mais puxou o índice para baixo foi o total de vendas reais da indústria, com uma queda de 3,8% com relação a abril.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) caiu para 79% em maio contra 79,8% em abril.

Setores

Entre os setores apurados pelo INA, a indústria de Veículos Automotores apresentou queda de 3,4% em maio versus abril, com ajuste sazonal, abatido pela queda de 7,6% no total das vendas reais.  De acordo com a Confederação Nacional das Indústrias (CNI), as exportações do setor automotivo para a Argentina caíram 26,3% no acumulado do ano até maio.

Também se destacou entre as baixas performances o segmento de Máquinas e 
Equipamentos, com queda de 1% na leitura mensal com ajuste sazonal, também puxado pelo declínio no total de vendas reais e também nas horas trabalhadas na produção, sendo 4,6% e 3,4% respectivamente.

A baixa mais expressiva, no entanto, foi registrada pelo setor de Máquinas, Aparelhos e Materiais Elétricos ao computar queda de 6,4% em meio a perdas de 3,1% do total de vendas reais.

“O setor que mais cai é o de Equipamentos Elétricos, na esteira da crise das distribuidoras pressionadas por uma redução de preço de venda de um lado e aumento de custo do outro”, afirma Francini.

Economia preocupa

O diretor da Fiesp e do Ciesp reitera que o desempenho da economia brasileira preocupa ao passo que as previsões de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) começam a gravitar em torno de 1%, “que é um resultado muito ruim e passa a ser o teto possível de expansão da economia”.

Segundo ele, tendo em vista as dificuldades que se colocam para a atividade econômica no segundo semestre de 2014, “quem for eleito terá uma missão difícil no ano de 2015, espero que seja superável”.

Percepção

A percepção geral dos empresários com relação ao cenário econômico no mês de junho, medida pelo Sensor Fiesp, ficou estável em 47,2 pontos, ante 47,4 pontos em maio.

Já a percepção quando o item Emprego mostrou uma forte piora em junho para 41,4 pontos contra 47,7 pontos em maio. “O emprego apresenta no mês de junho a variação mais negativa ocorrida nos últimos dois anos”, informa Francini.

A variável Estoque subiu de 32,9 pontos no mês anterior para 44,5 pontos em junho. Enquanto o item Mercado ficou estável em 49,5 pontos em junho ante 48,6 pontos em maio.

O componente Investimento também ficou estável em 53,6 pontos em junho contra 54,7 pontos em maio.


A percepção dos empresários com relação a Vendas, no entanto, piorou para 46,7 pontos versus 52,9 pontos em maio.

A Copa da virada - Por Levi Ceregato*

Por Levi Ceregato, empresário e bacharel em Direito e Administração, presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf)     


A população brasileira demonstra que não mistura mais futebol com política, contrariando teses anacrônicas, que floresceram sobretudo na Copa do Mundo de 1970, quando se vinculou a imagem da Seleção ao regime militar vigente. Cestas básicas e circo não subjugam mais consciências e votos. Parece que estamos diante de uma transformação histórica importante.

Por conta disso, a sociedade deixa claras as suas reivindicações e descontentamentos, sem abrir mão da paixão pelo futebol e da alegria por sediarmos uma Copa do Mundo. Assim, está transformando em um evento de sucesso algo que tinha tudo para dar errado. A recepção calorosa aos estrangeiros, a ausência de brigas e violência nos estádios e nas ruas, o tratamento cordial às delegações de outros países e o bom atendimento a todos no comércio e nos serviços estão fazendo um contraponto à imagem inicial negativa da competição, gerada pela falta de planejamento, obras atrasadas, alguns custos mal-explicados e promessas não cumpridas.

As redes sociais de todo o mundo têm ressaltado e elogiado esses virtudes de nossa gente. Com essa atitude positiva, o povo tem dado uma demonstração de maturidade política, deixando claro que a brasilidade, o patriotismo sempre estimulado pelas copas do mundo e o civismo devem prevalecer. Isso significa dar o melhor de cada um de nós para que o mundo nos veja com bons olhos e até reverta o olhar crítico e cético que permeou a organização da Copa do Mundo desde que a FIFA oficializou a sua realização no Brasil, há sete anos.

Em todo o País, parece haver uma disposição popular espontânea de que a tradição de bons anfitriões dos brasileiros contribua para reverter a imagem negativa inicial da Copa de 2014. 

O mais interessante, porém, é que o brasileiro está demonstrando seu espírito fraterno, solidário e pluralista, mas externando, de maneira firme, que não vê a competição como um fator político. Ganhar ou vencer dentro dos gramados não terá influência no voto.

Essa posição lúcida está muito clara nos estádios, nas ruas, nas redes sociais e nos depoimentos à mídia. Excetuando-se os palavrões dirigidos por algumas pessoas à presidente Dilma Rousseff no jogo de estreia do Brasil e atos de vandalismo nas ruas, atitudes não adequadas, é animador observar que o brasileiro deu mais um passo no sentido do aperfeiçoamento da democracia, reivindicando, protestando de modo cívico e externando seus anseios.

Foi-se o tempo em que ganhar ou perder uma copa do mundo tinha o poder de influenciar eleições. Enganam-se aqueles que ainda acreditam ser possível comprar a consciência das pessoas com camisetas, clientelismo, paternalismo, cestas básicas e circo. Os brasileiros querem mais, muito mais! Almejam um governo honesto, eficaz na gestão, sensível perante as prioridades da população e capaz de restabelecer um fluxo consistente de crescimento econômico, geração de empregos, investimento e credibilidade global.

A Copa do Mundo de 2014 evidencia que somos capazes de virar o jogo! Temos força e capacidade para fazer isso não só com relação à imagem internacional do Brasil, como no tocante aos gols contra que temos tomado na economia, na administração pública, na burocracia, na perda de competitividade da indústria, na queda de confiança dos investidores e nas incertezas que afligem o País.




Índice de confiança do empresário gráfico revela pessimismo

Com exceção das empresas de porte médio, o setor não espera melhoras no ambiente de negócios pelos próximos seis meses. E nem Copa nem eleições contribuem para melhorar as expectativas

O empresário gráfico não está satisfeito com o atual  ambiente de negócios nem espera melhoras pelos próximos seis meses. Tampouco aguarda reflexos positivos de Copa e eleições. Foi o que constatou a última Sondagem da Indústria Gráfica, realizada pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf).

Em um intervalo de 0 a 100, no qual resultados abaixo de 50 indicam pessimismo, as condições atuais dos negócios foram pontuadas em 43,3. Em relação aos próximos seis meses, a nota sobe para 53,4. A ponderação entre ambos fica em 48,3, que perfaz o atual Índice de Confiança da Indústria Gráfica.

O pessimismo é mais acentuado nas gráficas paulistas, cujo Índice é de  46,9, com subíndices de situação atual e de expectativas em 42,5 e 51,2, respectivamente. 
Analisando a amostra por porte, apenas as médias empresas demonstram confiança, com Índice de 53,3. No recorte por principal segmento de atuação, há otimismo entre as indústrias de Cartões (65,2), Embalagens (50,5) e Etiquetas (52,3), todas tipicamente de porte médio.

Na outra ponta, as menos confiantes são as pequenas (45,8), enquanto micros e grandes quase empatam – 48 e 48,3, respectivamente. Dentre os segmentos que mais se sentem ameaçados, destacam-se Impressos de Segurança (44,1), Envelopes (44,6) e Cadernos (45,3).

“O baixo Índice de Confiança tem reflexo direto na disposição de investimento. O que é muito negativo em um cenário no qual o ganho de produtividade constitui o principal desafio da indústria”, comenta Levi Ceregato, presidente nacional da Abigraf, lembrando que o parque industrial brasileiro tem, em média 17 anos, enquanto o alemão, apenas cinco. “Não é o caso da indústria gráfica que, nos últimos seis anos, investiu, em média, US$ 1,3 bilhão anuais em equipamento e tecnologia. Mas é preciso haver equilíbrio para manter essa dinâmica e, em 2013, já registramos uma pequena queda nos investimentos, que ficaram em US$ 1,17 bilhão”, pondera o empresário.

Frente à capacidade da Copa de alavancar negócios, o pessimismo é unânime, com Índice de 39,6. Já em relação às eleições, a expectativa é praticamente neutra, com Índice de 50,2. Localmente, as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste são as mais otimistas com as eleições, pontuando o 57,9, bastante acima da média nacional, enquanto Sul e Sudeste ficam em 46,5 e 49,6, respectivamente.


A Sondagem da Indústria Gráfica é realizada trimestralmente pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf) e, a partir da presente edição, tem abrangência nacional. Foi criada em 2013 e, até o primeiro trimestre deste ano, era realizada apenas em São Paulo. Em função da mudança de abrangência e do curto histórico, não é possível ainda realizar ponderações sazonais.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Curso Embalagens de A a V

Investimento R$1.820,00 desconto de 20% para inscrições ate dia 04/07 ficando 

R$1..456,00  em 3x no boleto bancário

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Local: Auditório da Abiplast e Sindiplast

Endereço: Avenida Paulista, 2439 - 8º andar - São Paulo

Este é um curso completo sobre o universo da embalagem que apresenta conceitos e informações de todas as embalagens, seus diferentes tipos, materiais e matéria-prima.

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Temas abordados:

•          Mercado;
•          Design;
•          Tecnologias e Processo;
•          Tendência e Inovação;
•          Materiais;
•          Embalagens Flexíveis, Caronadas, Papelcartão, Papelão, Vidro, Aço, Pet, Plásticos e demais;
•          Processos,
•          Máquinas e Equipamentos; e
•          Sustentabilidade

Inclusão: Livro Embalagens: Design, materiais, processos e máquinas.

Patrocínio: FlintGroup, FuturePack, Logoplaste, O-I Illinois 

Apoio: Papirus

Coordenação: Assunta Camilo

Professores: Assunta Camilo | Antônio Andrade | Cláudio Marcondes | Celso Negrão  | Eudes Scarpeta | Fernando Sandri | Magda Cercan.

Público Alvo: Engenheiros, técnicos, designers, compradores, profissionais

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Suzana Soares
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