terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Prestes a completar 45 anos, a Litocomp aposta em qualidade e produtos diferenciados

       Fernando Moita Cosme, diretor administrativo e Fernando Júnior, diretor comercial da Litocomp

Fundada em 1970 por Fernando Moita Cosme, que hoje é diretor administrativo e desde 1987 divide a direção da empresa com seu filho Fernando Júnior, diretor comercial, a paulistana Litocomp está prestes a comemorar 35 anos de existência. Os sócios destacam que sua especialidade é a impressão de alta performance em substratos diversos. A qualidade e a satisfação de seus clientes sempre foram essenciais para a Litocomp.

Como parceiro, destaca-se a Heidelberg. Entre os equipamentos Heidelberg da Litocomp estão uma impressora Speedmaster CX 102, uma Speedmaster XL 75 híbrida (secagem UV e convencional), equipamentos de pré-impressão como uma Suprasetter 106 e de acabamento, como uma guilhotina Polar 115 N plus.

“A Litocomp está preparada para os novos tempos na produção de materiais promocionais, institucionais e embalagens. A Speedmaster CX 102 é um dos nossos grandes destaques. Ela substituiu duas máquinas, aumentou e agilizou a produção em papel. Altamente ecológica, o uso de álcool é zero e os tempos de acerto menores, trouxeram mais produtividade e diminuiu o custo operacional”, diz Fernando Júnior.

Com a Speedmaster CX voltada para a produção em papel e papel cartão, a Speedmaster XL 75 está sendo mais utilizada para trabalhos especiais com alto valor agregado. “Com a Speedmaster XL 75 podemos oferecer todo tipo de impressão nos mais diferentes substratos para clientes que precisam de trabalhos diferenciados. O grande diferencial, que chama realmente a atenção, são os trabalhos lenticulados. Esta impressão é realizada com um substrato especial de plástico que cria um efeito 3D ou muda as imagens dependendo do grau da visualização da superfície do impresso. Outro destaque são os impressos utilizando substratos metalizados. Podemos imprimir em PVC, papéis especiais, metalizados, vinil, laminados, holográficos, eletroestáticos, poliestireno, enfim, ela é de uma versatilidade incrível. Além disso, o sistema de lâmpadas UV permite a secagem imediata, liberada do pó antimaculante. Esse conceito torna a gráfica muito mais ‘limpa’, mas principalmente, mais produtiva” falam os executivos da emrpesa.


Nos três mil metros quadrados de área da Litocomp, no Bom Retiro, região central de São Paulo, há espaços reservados como a sala de espera com estação de trabalho para atender produtores gráficos durante o processo de aprovação de material. Outra área com capacidade para 50 pessoas recebe colaboradores para treinamento interno ou sedia reuniões com grupos visitantes de empresas ou estudantes de artes gráficas interessadas em ver de perto a impressão UV.

Ibema prevê aumento de 8% na receita líquida em 2015

A Ibema está otimista com as projeções para este ano e por isso prevê um aumento de 8% na receita líquida em relação ao orçamento de 2014.  “Visualizamos um 2015 diferente. Será repleto de desafios diários e cada quilo de papel vendido terá uma importância muito maior do que tivemos nos anos anteriores; por isso acreditamos que o grande foco será em como fazer diferente”, explica Lucas Avelino, Gerente Comercial da Ibema.


A empresa informa que opera em sua capacidade máxima e fechou 2014 com os seguintes resultados: 90 mil toneladas de papelcartão produzidos, 10% a mais de geração de lucro e 8% de crescimento em vendas.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Novidades da Heidelberg para o setor de acabamento

           De acordo com a Heidelberg, a nova Promatrix 106 CS atua com uma velocidade de até 8.000 folhas por hora

A Heidelberg apresentou várias novas soluções para a produção cartuchos no evento “Packaging Days”, que fora realizando no final do ano passado em  Wiesloch-Walldorf. “Enquanto o setor de embalagens está crescendo em mercados emergentes, estamos vendo consolidação e aumentos de produtividade nos países industrializados”, explica Stephan Plenz, membro do Conselho de Administração responsável pela área Heidelberg Equipamentos. “O mercado de embalagens é de grande interesse para nós. Satisfazemos suas necessidades com os produtos para impressão e acabamento adequados e, também, com nosso fluxo de trabalho da gráfica Prinect para o segmento de acabamento para embalagens”, acrescenta.

Os novos produtos são destinados a fabricantes de cartuchos que exigem qualidade e confiabilidade para pequenas e médias tiragens. A nova máquina de corte e vinco Promatrix 106 CS e as novas dobradeiras-coladeiras Diana mart 55 e Diana Smart 80 são indicadas para este público.


De acordo com a Heidelberg, a máquina de corte e vinco, Promatrix 106 CS para pequenos e médios volumes de produção, realiza corte e vinco e gravação a uma velocidade de 8.000 folhas por hora. Ela é destinada aos fabricantes de cartuchos para pequenas e médias tiragens e, também, para gráficas comerciais que ocasionalmente produzem embalagens. O equipamento pode lidar com uma ampla gama de materiais - de 90 a 2.000 gramas por metro quadrado - e também processa papelão ondulado de até quatro milímetros de espessura. O formato 760 × 1060 milímetros da Promatrix 106 CS torna-a a contraparte de acabamento ideal para a Speedmaster XL 106.

Outros itens do portfólio de vendas incluem a Varimatrix 82 CS e a Varimatrix 105 C/CS. Nova plataforma para volumes médios – as dobradeiras-coladeiras Diana Smart 55 e Diana Smart 80. A Heidelberg informa que mais de 5 mil  dobradeiras-coladeiras da família Diana já foram instaladas em todo o mundo.

Duas novas adições - a Diana Smart 55 e a Diana Smart 80 – juntam-se à Diana X 80 e à Diana X 115 no portfólio de produtos. Os números que fazem parte do nome do produto referem-se à largura máxima da caixa de papelão em centímetros. A Diana Smart 80 é indicada para fabricantes que produzem cartuchos em pequenas e médias tiragens. Equipada com os módulos Diana Inspection Control e o Diana Braille, ela estará produzindo embalagens farmacêuticas.

A nova dobradeira-coladeira Diana Smart 55 (substitui a Diana 45)  é adequada aos fabricantes de cartuchos que produzem pequenas embalagens para o setor de produtos farmacêuticos ou cosméticos em pequenas e médias tiragens. A Diana Smart 55 agora oferece também, opcionalmente, as mais recentes tecnologias para esta pequena largura de trabalho no formato dos módulos Diana Braille e Diana Inspection Control.
Componentes testados e comprovados da série de sucesso Diana X foram adaptados à Diana Smart 55 e à Diana Smart 80 para torná-las mais compactas. A Diana Smart é projetada para ¾ uma velocidade máxima de 450 metros por minuto, o que significa que produz cerca de 140.000 cartuchos por hora. Como comparação, a Diana X produz mais de 200.000 caixas por hora. A Diana Smart tem uma estrutura modular e pode ser adaptada às circunstâncias específicas de cada cliente. Por exemplo, ela pode ser equipada com o Virador de Pilha, o Alimentador Diana, a Embaladora Diana ou o assistente de embalagem FAS 480.


A nova dobradeira-coladeira Diana Smart 80 - este equipamento é de especial interesse para os fabricantes de cartuchos que produzem embalagens em pequenas e médias tiragens.

O portfólio da Heidelberg para colagem de caixas dobráveis também inclui o modelo de baixo investimento Easygluer 100. A Promatrix e a Diana Smart são resultado do acordo de parceria recentemente fechado com a fabricante chinesa Masterwork Machinery Co. Ltd. (MK) e serão vendidas exclusivamente pela Heidelberg. A MK trabalhará no desenvolvimento da tecnologia de corte e vinco e de colagem de caixas dobráveis e nos produtos desenvolvidos pela Heidelberg nos últimos anos e irá incorporá-los em novos produtos no futuro. “Nossa equipe de vendas irá trabalhar em estreita colaboração com a equipe de gerenciamento de produtos da MK para assegurar que os novos produtos satisfaçam os requisitos técnicos e econômicos de nossos clientes”, afirma Harald Weimer, membro do Conselho de Administração responsável pela área de Vendas e Heidelberg Serviços.

ISS é mantido em 2,5% para gráficas de Porto Alegre (RS)

Completados quatro anos da redução do Imposto de Serviços de Qualquer Natureza (ISS) pela metade, a Secretaria da Fazenda de Porto Alegre anunciou a manutenção da medida por tempo indeterminado, pauta reivindicada pelo Sindigraf-RS. A lei complementar 751/14, que reinstituiu à prefeitura da capital a alíquota de 2,5% para o ISS incidente sobre atividades gráficas das empresas submetidas ao lucro presumido e ao lucro real, foi publicada no Diário Oficial de 2 de janeiro.


O presidente do Sindigraf-RS e da Abigraf-RS, Angelo Garbarski, salienta que a conquista é resultado das tratativas da diretoria do sindicato com os órgãos municipais, após diversas solicitações, juntamente com a Câmara de Vereadores. “Eles atenderam as reivindicações de nossa entidade, mantendo a alíquota de forma definitiva para o setor gráfico porto-alegrense”, comemora. 

Dúvidas ou consultas podem ser encaminhadas para o e-mail comercial@sindigraf-rs.com.br.

Suzano Papel e Celulose celebra um ano de operação da Unidade Imperatriz

A Suzano Papel e Celulose começa o ano de 2015 com a Unidade Imperatriz, no Maranhão, produzindo a todo vapor. Em operação há um ano, a fábrica tem capacidade instalada anual de 1,5 milhão de toneladas de celulose e geração de excedente de energia de 100 MW.

Considerada uma das fábricas de celulose mais modernas do mundo, a unidade recebeu investimento total de US$ 3 bilhões na área industrial e formação da base florestal e atende, prioritariamente, os mercados europeu e norte-americano.

Para escoar a celulose, a Unidade Imperatriz utiliza um ramal ferroviário próprio de 28 quilômetros que parte de dentro da fábrica. A carga percorre 600 quilômetros pelas ferrovias Norte-Sul e Carajás, chegando ao Porto de Itaqui sem transbordo. Essa estratégia logística garante à Suzano importantes vantagens competitivas. A logística de escoamento 100% ferroviária, com exportação via Porto de Itaqui, garante menor distância aos mercados norte-americano e europeu e, consequentemente, menor custo de frete.


Para 2015, a previsão é que a venda de energia excedente da Unidade Imperatriz mantenha-se em torno de 80 MWh, já que outros 20 MWh são consumidos por fornecedores instalados junto à fábrica.

Konica Minolta adquire Milsul

A Konica Minolta anunciou novidades sobre sua operação de vendas e suporte aos clientes brasileiros por meio da aquisição da Milsul, sediada em Porto Alegre (RS).

Tradicional parceiro na região, a Milsul passará a operar como subsidiária da Konica Minolta Brasil sob o novo nome de Konica Minolta Business Solutions do Sul, marcando a expansão da companhia no segmento de Production Print e mercados verticais, além de demonstrar a intenção real da multinacional japonesa em investir no Brasil.  


Em nota oficial, a multinacional japonesa informa que a estrutura organizacional da subsidiária do sul será mantida. Os executivos Paulo Arias e Radamir Graciolli continuam à frente dos negócios como diretores financeiro e comercial, respectivamente.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Altana consolida compra de duas empresas brasileiras: Premiata e Overlake

Como resultado, a divisão Actega agora tem seus próprios sites no maior país da América do Sul.

A Premiata, que opera duas instalações sob o nome de Premiata Tintas e Premiata Especialidades Químicas, especializada, respectivamente, em tintas de impressão e revestimentos para a indústria de embalagens. Já a Overlake é especialista em vernizes.

"Por meio dessas aquisições, estamos ampliando sistematicamente os nossos negócios no crescente mercado brasileiro. À medida em que as duas empresas se concentrarem inteiramente em especialidades químicas e soluções sob medida do cliente, elas serão uma combinação perfeita para Altana", explica Martin Babilas, membro do Conselho de Gestão da Altana AG

As operações brasileiras da divisão Actega serão concentradas na nova Actega do Brasil.

"Assumir a Premiata e a Overlake significa que podemos expandir significativamente o nosso portfólio de soluções, especialmente para a indústria de embalagens no Brasil. Estou convencido de que os nossos muitos anos de experiência em tintas e vernizes de impressão combinadas com as nossas novas instalações de produção vai rapidamente tornar Actega o fornecedor preferido no Brasi.", disse Peter Roland, presidente da Divisão Actega


Além das instalações recém-adquiridas, a Altana já tem um local de produção e pesquisa no Brasil - divisão Elantas -, que desenvolve e distribui materiais de isolamento para a indústria elétrica e eletrônica.