quarta-feira, 8 de junho de 2016

Na Drupa, EFI mostra portfólio de tecnologias de fluxo de trabalho e de impressão a jato de tinta

Realizando sua maior exposição na Drupa até hoje, a EFI apresenta em seu estande A40, no pavilhão 9 soluções  em produtos de fluxo de trabalho e de impressão de produção digital. A exposição da EFI na Drupa conta com o lançamento mundial de diversas novas plataformas e produtos: Um produto que tem como base a mais nova plataforma de jato de tinta de passagem única Nozomi. A EFI Nozomi C18000 é uma impressora a jato de tinta LED voltada para embalagens corrugadas, que apresenta 1,8 m de largura.

Já a EFI AquaEndure apresenta tecnologia de jato de tinta à base de água que será utilizada por diversas plataformas e segmentos da EFI no futuro. Há ainda a nova plataforma de front-end digital (DFE) EFI Fiery XB, uma tecnologia de servidores blade escalável e de alto volume para a nova geração de impressoras a jato de tinta de altíssima velocidade. A empresa mostra também o Fiery Navigator, uma plataforma de gerenciamento de impressão digital na nuvem para impressoras digitais de produção Fiery Driven.            O EFI Corrugated Packaging Suite e o EFI Publication Suite, os dois mais recentes e abrangentes Productivity Suites que disponibilizam sistemas de fluxos de trabalho certificados, prontos para usar, com foco na automação completa da produção.

A exposição da EFI na drupa 2016 tem o objetivo de trazer soluções de crescimento futuro dos clientes, com fluxos de trabalho de produção racionalizados e velozes e oportunidades valiosas para “Imaging of Things”, focando na geração de uma maior personalização e apelo em todas as frentes, de sinalização e embalagem até decoração, vestuário e fabricação industrial.

“O foco que a EFI colocou em pesquisa e desenvolvimento a fim de aprimorar todas as etapas da cadeia de produção digital resultou em uma oferta exclusiva, impactante e inovadora que estamos apresentando na maior feira de impressão do mundo”, destacou Guy Gecht, CEO da EFI.

“Essas plataformas inovadoras mostradas pela primeira vez podem ser divisores de águas para os clientes, que podem deixar de lado a produção de grandes tiragens e optar pela produção sob demanda, personalizada”, completa Gecht.


Kodak e Komori anunciam parceria para workflow

A Komori e a Kodak anunciaram uma parceria estratégica para o desenvolvimento de uma aplicação conjunta que reúne as soluções de workflow de ambas as empresas: o sistema de controle de tarefas Komori KP-Connect (K-Station 4) e o Kodak Prinergy Workflow.  Por meio dessa integração, tanto Kodak quanto Komori poderão ampliar a automação dos processos para seus respectivos clientes. Essa sinergia está sendo apresentada no stand da Komori (D04) no Pavilhão 15.

Automatizando a comunicação entre o KP-Connect (K-Station 4) e o PRINERGY, usuários das impressoras offset e digitais da Komori poderão obter uma solução de produção com automatização de operações de pré-impressão. Essa nova combinação entre pré-impressão e produção trará experiências únicas, como redução do tempo de serviço, redução de erros e capacidade de atender aos pedidos mais rapidamente, abrindo assim novas oportunidades para trabalhos em baixas tiragens ou que necessitem de troca muito rápidas entre a finalização de uma impressão e o início de outra. 

A solução integrada de workflow combina, ainda, a função RBA (Rules-Based Automation) do Kodak Prinergy para gerenciamento do processamento das imagens em tempo real a partir da  K-Station 4 via CIP4/JDF, oferecendo flexibilidade, robustez e automação à pré-impressão.

“Com o objetivo de otimizar a produtividade das gráficas, Komori está lançando seu KP-Connect Alliance Program, com qual cada etapa da venda de um produto gráfico será conectada bidirecionalmente ao KP Connect”, disse Eiji Kajita, diretor de operações e gerente-geral do Escritório de Planejamento da Komori. 

“Acreditamos que essa parceria entre Kodak, líder mundial em pré-impressão, e a Komori, uma fabricante de soluções para impressão offset e digital, permitirá a automação dos processos de workflow com grande eficiência”, acrescenta Kajita.

“Juntos, Komori e Kodak estão ajudando seus clientes reduzirem custos relacionados ao trabalho, minimizar erros e permitir turnos de produção mais ágeis”, disse Allan Brown, vice-presidente e gerente-geral para Soluções Unificadas de Workflow da Kodak.


“A nova combinação entre o Kodak Prinergy e o Komori KP-Connect oferece uma solução que atende aos variados desafios da otimização da produção para nossos clientes enfrentam. Continuaremos a colaborar no desenvolvimento e novos caminhos de aperfeiçoar a pré-impressão e as operações de impressão para nossos clientes”, detalha Brown. 

Epson foca mercado de outsourcing

A Epson do Brasil anunciou a sua entrada no mercado de outsourcing de impressão com o lançamento de uma nova família de produtos, a linha Epson Work Force Pro. Os novos produtos prometem uma revolução no mercado de outsourcing com o exclusivo sistema Replaceable Ink Pack System (RIPS), que usa bolsas de tinta de alto rendimento, e também ao trazer pela primeira vez para uma impressora de escritório a mesma tecnologia de ponta que já é aplicada nas impressoras de escala industrial da empresa. Os produtos oferecem menor custo de impressão por página aliado a uma menor necessidade de manutenção.

A linha Epson Work Force Pro foi criada para negócios, oferecendo uma experiência mais eficiente, autônoma e com custos reduzidos. Dentre as inovações do produto, destaca-se o uso da tecnologia Precision Core em suas cabeças de impressão. Segundo Ewerson Munhoz Reis Matos, diretor de negócios, a mais avançada tecnologia de microeletrônica disponível hoje no mercado de impressoras industriais e de larga escala, a Precision Core é uma evolução da atual tecnologia Thin Film Piezo (TFP), capaz de depositar gotas perfeitamente redondas com precisão e velocidade.

A Precision Core é o resultado de um investimento de US$ 300 milhões e 10 anos de pesquisa, o maior investimento em pesquisa e desenvolvimento da história da Epson. Cada elemento piezo é capaz de disparar quase 50 mil vezes por segundo. Os elementos eletromecânicos da Precision Core ampliam a gama de materiais a serem utilizados em sua linha de equipamentos, com uma tecnologia que é utilizada desde sistemas industriais, como as impressoras de etiquetas adesivas, até grandes formatos, nas tecnologias de tinta solvente, sublimação e base d’água.

Outra inovação que promete facilitar drasticamente o manuseio e a troca dos suprimentos de impressão é o exclusivo sistema RIPS. “Suas quatro bolsas de tinta de alto rendimento e baixo custo de impressão resolvem problemas de autonomia de trabalho, com a impressão de até 75 mil páginas sem intervenção¹. Isso garante economia de tempo com a troca de suprimentos e menor custo de reposição, além de uma substancial redução de custo da impressão, em especial para páginas coloridas²”, garante Matos.

A proposta de negócio de outsourcing da Epson gera menor impacto ambiental, pois é necessária somente a substituição das bolsas de tinta e tanque de manutenção, reduzindo significativamente o descarte de materiais. “Além da redução das etapas logísticas de descarte, o sistema RIPS tem maior eficiência energética e consome até 80% menos energia³ do que as impressoras laser concorrentes, usando não mais do que 40W em operação”, ressalta o director de negócios.

A linha de produtos da Epson para o mercado de outsourcing foi planejada para atender empresas de todos os tamanhos, com tecnologias diferentes para cada necessidade. Para pequenas empresas, onde são necessárias até mil páginas impressas por mês, os modelos M105, M205 e L656 são equipados com tecnologia Ecotank; para as médias empresas, as impressoras Work Force Pro são equipadas com cartuchos de tinta, nos modelos WF-5190 e WF-5690 recomendados para até 2500 páginas/mês, e os modelos WF-6090 e WF-6590 para imprimir até 8 mil páginas/mês. “Para as empresas de médio e grande porte, os modelos são equipados com as bolsas RIPS, o que garante alta autonomia para as impressoras: até 4 mil páginas/mês para o modelo WF-R5690 e até 8 mil páginas/mês para o modelo WF-R8590 (volumes recomendados)”, afirma Matos.

Os novos produtos serão ofertados aos clientes finais no mercado de outsourcing por meio de parceiros de canais especializados e parceiros da Epson, incluindo VADs (value-added distributor), VARs (value-added reseller) e distribuidores de TI especializados em outsourcing.


A Epson aposta no aumento da competitividade por meio de inovação na oferta dos serviços. “Com maior economia de tempo e custos em intervenções técnicas, de energia e de recursos ambientais, o mercado outsourcing pode oferecer mais vantagens para seus clientes corporativos”, avalia o diretor de negócios.

Victor Sichero acaba de assumir a diretoria financeira da Xerox Brasil

                                                
Victor Sichero (foto) se reportará diretamente ao presidente da companhia no Brasil, Ricardo Karbage, e também ao Chief Executive Officer (CFO) de Developing Markets Operations (DMO), Daniel Benoit

A Xerox anuncia a chegada de um novo diretor financeiro. Com ampla experiência em diversas áreas financeiras, Victor Sichero se reportará diretamente ao presidente da companhia no Brasil, Ricardo Karbage, e também ao Chief Executive Officer (CFO) de Developing Markets Operations (DMO), Daniel Benoit.

Sichero, que acumula 26 anos de atuação nesse mercado, é administrador e possui especialização em Controle Financeiro pela Fundação Getúlio Vargas e Ohio University. O executivo já atuou em diferentes indústrias, assim como em joint ventures, nas quais desenvolveu estratégias para gerar oportunidades de crescimento e turnarounds de negócios.


Além de passagem pela General Electric, ele respondeu como CFO na Microsoft no Brasil, e também como Diretor Financeiro, em Seattle. E mais recentemente como diretor financeiro da Fox International do Brasil, somando quatro anos no cargo.

Ricoh Brasil anuncia nova sede no Rio de Janeiro

A Ricoh Brasil anuncia a mudança de escritório para uma nova sede na cidade do Rio de Janeiro. A empresa deixou o prédio que ocupava na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, para migrar suas operações para instalações localizadas na Avenida Presidente Wilson, no Centro da cidade, considerado o coração do mercado financeiro da capital carioca. Serão mais de 80 colaboradores trabalhando juntos na nova instalação.


De acordo com a Ricoh, a nova sede conta com 380 m² e com logística privilegiada, tendo o aeroporto Santos Dumont e o Porto do Rio como um dos principais alicerces da mudança. Além disso, o novo escritório trará para a Ricoh um contato físico mais próximo com clientes, fornecedores e revendedores.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Drupa 2016: Plural e integrada aos novos meios


Por Fábio Sabbag - editor da GRAPHPRINT 

Em pleno andamento, com corredores lotados que “falam” diferentes línguas do mundo, vai se desenrolando a Drupa 2016. Talvez possamos ter um público menor do que o registrado em edições passadas - os números do evento ainda não estão fechados -, mas há uma evidente atmosfera de inovação reinando na cidade de Düsseldorf, na Alemanha. 

Como não há julgamento sem lei muito menos impressão sem tecnologia, acaba sendo possível enxergar a Drupa como uma ferramenta útil e concreta para rediscutir “nosso” negócio que tem o astro impressão na linha de frente. 

                                 


Montada sobre diversos pavilhões, a Drupa 2016 entrega, a cada passo, um novo oxigênio com forte ventilação para a impressão digital. Com atenção, olhamos para a participação mais evidente da impressão digital no segmento de embalagens por exemplo. Pode, vale ressaltar, não ser uma realidade absoluta, mas o desejo acaba conquistando paulatinamente a vontade de atuar.

Com mais foco ainda, observamos o relacionamento mais próximo entre fabricantes de softwares e hardwares digitais e as empresas consideradas “convencionais” que já pavimentaram sua estrutura - e cultura – no mercado de offset. Palpável e forte, na feira, presenciamos como o segmento de offset casou, em harmonia, com a impressão digital. 

Começa agora a união que pode usar e abusar dos modernos cabeçotes de impressão em sinergia com a velocidade já conquistada pelo mundo offset.

Salta ainda nos estandes a preocupação de mostrar empresas plurais, com softwares e hardwares integrados e automatizados. Tiragem acaba sendo, em diversos momentos, ponto passado, cozido e frito. Pode penar daqui em diante as empresas que têm capacidade para atender de tantos para cima ou outros tantos para baixo. A época das definições, simples e pontuais, caiu em desuso. Quanto mais indefinida, no sentido produtivo, a sua empresa for, maior onipresença vai conquistar.
            
                                      


Vejo assim a proposta da Drupa 2016: não temos novidades que podem, por exemplo, mudar sua vida jurídica rapidamente. Temos sim, um conjunto de ferramentas composto por solução e criatividade que pode ser expandido para entrar definitivamente na sala mais fechada do seu cliente. E, com isso, abrir as portas mais obscuras da matemática da impressão.

Note, no entanto, que o processo mercadológico, para a empresa que vende impressão, tende a ficar cada vez mais desafiador. Os caminhos que estão sendo apresentados na Drupa indicam esforço conjunto na forma de agir e pensar. O que existe sempre pode ser melhorado de forma pragmática para vislumbrar novos nichos dentro do setor gráfico.


Neste sentido, as tradicionais companhias buscam parcerias desde o workflow até o acabamento. Vivem no constante desafio de produzir fundamentadas na automação das operações. Mas, porém, contudo, todavia, sabemos que para estruturar a teoria e a prática há um extenso trajeto que exige grandes investimentos. Chegamos, então, a revolução conhecida como “Indústria 4.0”.