segunda-feira, 4 de junho de 2012

Drupa 2012: Olhar apurado

Encerrada às 18 horas do dia 16 de maio, em Dusseldorf, na Alemanha, a Drupa 2012 revelou ao mundo a necessidade de olhar com atenção para a impressão digital
Por Fábio Sabbag - Editor da Revista GRAPHPRINT
“O que os 1850 expositores mostraram reforçará o potencial de desenvolvimento da indústria gráfica  por muito tempo. Negócios foram consolidados e diversas tendências foram estabelecidas para o futuro do setor", disse Bernhard Schreier, presidente da Drupa 2012 e líder da Heidelberg Druckmaschinen AG, durante encerramento do evento.
A impressão digital chegou definitivamente à indústria gráfica mundial. Nos últimos anos, vem conquistando novos mercados com mídias alternativas. O que os mais de 300 mil visitantes (representantes de cerca de 130 países) puderam notar foi que a indústria se movimenta fortemente para o efervescente mercado de embalagens também. A automação dos processos e a produção voltada à sustentabilidade foram pautas debatidas e exemplificadas.     
Em 2012, a Drupa recebeu 75.500 visitantes a menos do que a edição de 2008. De acordo com os organizadores do evento, isso é um fato já esperado e que por um lado significa maior poder de negociação. “Essa diminuição não foi uma surpresa para nós e para o setor como um todo. Só na Alemanha a indústria gráfica perdeu mais de 3.900 operações e mais de 61 mil empregados entre 2000 e 2011. Nos EUA, no mesmo período, mais de 7.700 operações foram fechadas. Então, a queda no número de visitantes não é surpresa. Não há mais visitação de grandes delegações ou grupos corporativos. Hoje, temos uma presença maior dos principais executivos e profissionais com poder de decisão de investimentos”, explica Werner Matthias Dornscheidt, presidente & CEO da Messe Düsseldorf.
Ainda de acordo com a responsável pelo evento, vários pedidos foram feitos e muitas máquinas impressoras – e seus assessórios – foram negociadas. “A Drupa impulsiona o setor nesse momento difícil. O evento é otimista e dá a possibilidade de investir para atender diversos mercados”, fala Markus Heering, diretor da Print and Paper Technology Association within the German Engineering Federation VDMA.
A Drupa 2012 mostrou ser de extrema importância ao setor B2B. De acordo com uma pesquisa feita com os visitantes, cerca de 50% vieram à Alemanha para fazer pedidos específicos. Outro indicador que combate o decréscimo de visitantes é que a presença de executivos líderes foi de 50,8%. Em 2008, a participação atingiu 44,4%.
Com mais de 190 mil visitantes estrangeiros ficou latente o elevado número de visitantes provenientes da Índia, que, agora atingindo cerca de 15 mil, a classifica como a segunda maior nação, perdendo apenas para a Alemanha, com 123 mil visitantes. O ranking dos países continuou da seguinte maneira, pela ordem: Bélgica, França, Holanda, Grã-Bretanha, EUA, Suíça e Itália. As Américas do Sul e Central registraram 8,8% da visitação. Nesse quesito, o Brasil foi maioria. Aproximadamente 2.400 jornalistas, provenientes de 75 países, cobriram o evento.
O cotidiano da feira  

Durante coletiva de imprensa na Drupa 2012, Stefaan Vanhooren, presidente da Agfa Graphics, destacou os focos da companhia para um futuro próximo. Segundo Vanhooren, muitos desses focos já podem ser conferidos através das tecnologias lançadas pela empresa na Drupa.
Segundo ele, a Agfa enxerga o mercado gráfico do futuro como um segmento em que o inkjet irá prevalecer como tecnologia de impressão digital, havendo, contudo, espaço para a coexistência com offset – cada qual com seu nicho específico. Ainda segundo Vanhooren, outra fora tendência é a digitalização e flexibilização de aplicações para a serigrafia. Além dos tradicionais segmentos como impressão em tecido e impressão colorida para pontos de venda, a serigrafia digital também contemplará segmentos e mídias não-convencionais, tais como cerâmica. Isso, graças à tecnologia UV.
Dentro dos conceitos de pré-impressão e premedia, a grande tendência na visão da Agfa é a integração. “Temos que criar ferramentas eficientes para integrar e permitir a gestão simplificada de fluxos híbridos, que unam digital e offset”, disse Vanhooren.
Há, certamente, um novo e inexplorado caminho pela frente. E o novo exigirá ainda mais dos gráficos modernas ferramentas de produção. Hoje, uma gráfica pode diferenciar-se por meio do equipamento – pré-impressão, impressão e acabamento – e através da tecnologia, que, entre outros pontos, orienta a impressão mais viável para determinado impresso. Além dos temas como automação, impressão de embalagens, as tecnologias híbridas e os sistemas web-to-print ganharam corpo.
"Tecnologicamente, a  Drupa 2012 foi uma feira de superlativos. Demonstrou que a impressão está mais viva do que nunca. Houve inovações impressionantes em todos os processos de impressão. Eu estava particularmente animado com fornecedores e fabricantes de máquinas de impressão e acabamento que, em conjunto, convenceram os visitantes com fluxo de trabalho adequado. Os expositores comprovaram que é possível trabalhar com offset e soluções de impressão digital sem competição", observou Disse Rolf Schwarz, presidente da Associação de Mídia Bundesverband Druck und Medien.
É importante ressaltar que não é somente a impressão digital que irá explorar novos ambientes. O pensamento do empresário gráfico tem de mudar. Mesmo que um dia não foi, hoje é perfeitamente viável manter tanto o offset como o digital e convergir quando necessário. Conforme pesquisa feita na feira pela organização do evento, 40% dos visitantes disseram que estavam interessados em máquinas de impressão e sistemas de impressão digital.
Sem fazer o papel de advogado do diabo, mas já fazendo, é preciso ficar atento à evolução do mercado e não misturar alhos com bugalhos. De acordo com uma fonte de uma grande empresa fornecedora de equipamentos, muitas vezes os gráficos pensam que com uma mesma equipe é possível atender tanto o offset como o digital. Vejam bem, impossível não é, mas é bom reiterar que, apesar de não se cruzarem, os paralelos são congruentes. Novos profissionais podem ser o foco do empresário moderno. Quem pensa no digital tem como exercer ações diferenciadas, pois a exigência – do cliente – é diversificada.
Na opinião de Antonio Perez, chairman e CEO da Kodak, a Drupa foi um espetáculo extraordinário em muitas frentes: “Estou muito animado, pois nossos clientes estão abraçando a mudança ao adicionarem  novas soluções para criar páginas de maior valor para seus clientes. Eles compartilharam comigo muitos exemplos de como os produtos Kodak híbridos e as soluções são catalisadores para essa mudança.”
François Martin, diretor de marketing worldwide HP Graphic Business Solutions, foi enfático ao elogiar o evento: “Foi um show incrível para a HP. Viemos com inovações transformadoras e os clientes responderam muito positivamente, nos permitindo ultrapassar a meta de vendas para a feira muito cedo. Nosso negócio de grande formato foi muito bem também. Enfim, a Drupa foi um show e os visitantes vêm para fazer negócios. Gostaria de agradecer a todos os clientes da HP, incluindo membros Dscoop e o esforço incrível da equipe HP na Drupa 2012."
Schreier é outro líder do segmento que saiu satisfeito: "A Drupa, mais uma vez, demonstrou claramente a sua importância como um show de grande indústria e comércio. Quanto à Heidelberg, nossas expectativas foram mais do que satisfeitas. O fato de ter permanecido fiel a nossos projetos de desenvolvimento nos últimos anos, alguns dos quais não foram fáceis, foi recompensado. Agora podemos também olhar para o futuro com otimismo."
Muito comentado pelos corredores da feira, Benny Landa, CEO da Landa, mostrou como a nanotecnologia poderá contribuir para o desenvolvimento da indústria num futuro não muito distante. "A oportunidade que a Nanographic Landa Printing traz com o seu potencial para transformar os mercados de embalagem e editorial é incrível. Recebemos níveis sem precedentes de interesse e cartas de intenção para a nossa família de impressoras planas e web. Ao longo da feira nosso estande foi repleto de visitantes e nossa apresentação de teatro intitulada ‘Nano. Maior do que você pensa’ foi muito procurada”, conta Landa.
Essas informações são um aperitivo para as matérias que virão nas próximas edições de GRAPHPRINT. Para concluir de forma positiva, no término da Drupa 2012 veio a notícia de que a economia alemã evitou a recessão ao crescer 0,5% no primeiro trimestre de 2012, de acordo com o Escritório Federal de Estatística (Destatis). O Produto Interno Bruto (PIB) alemão retornou ao caminho do crescimento depois de ter contraído 0,2% no último trimestre de 2011, na primeira vez em que isso ocorreu desde 2009. Na comparação com os três primeiros meses de 2011, a economia alemã cresceu 1,7%. Os principais impulsos vieram do comércio exterior e da demanda interna, que compensaram a redução nos investimentos.
Isso é bom para a Alemanha. Aliás é bom para o mundo, pois causa boa impressão. Coincidentemente, é de boa impressão que vivemos.  

Gestão da qualidade nas gráficas e produtividade na flexografia serão os temas da grade de cursos

No mês de junho, a Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica (ABTG) tem programado dois cursos que vão explorar as principais práticas relacionadas à qualidade, segurança e meio ambiente, além de abordar os problemas na qualidade e produtividade no sistema de impressão flexográfico.

Tais assuntos serão debatidos nos cursos “Gestão Integrada da Qualidade, Meio Ambiente e Segurança no Trabalho para a Indústria Gráfica” e “Qualidade e Produtividade na Flexografia”, no próxima dia 11 e entre os dias 20 e 22 de junho, respectivamente.

Os profissionais atuantes nas áreas de gerência, coordenação, ou aqueles que tem interesse em aprender a utilizar técnicas básicas e rentáveis na produção gráfica, podem se inscrever pelo telefone (11) 2797-6728 ou através do e-mail curso@abtg.com.br.

O investimento no curso varia entre R$ 190,00 e R$ 420,00, com desconto para estudantes e associados da ABTG, ABIGRAF, ABRAFORM, SINGRAFS e ABIEA.

GRAPHPRINT: Números viram sinônimos de informação

Tendo a edição impressa como plataforma, a Revista GRAPHPRINT eleva substancialmente o número de leitores por meio das mídias eletrônicas     
No mês de abril, o site da Revista GRAPHPRINT (www.graphprint.com.br) fora  visitado 38.290 vezes. Diariamente, o endereço eletrônico recebeu 1.277 acessos dos profissionais do segmento que buscam informações por meio da Revista GRAPHPRINT.

Já a edição virtual da GRAPHPRINT – nº 120 referente ao mês de abril também - recebeu 19.417 acessos. As visualizações de página única alcançaram 18.873 acessos com tempo médio de um minuto e 25 segundos por página. A matéria mais lida foi a de cobertura do 11º Prêmio GRAPHPRINT com 517 acessos.
Já o blog da GRAPHPRINT (www.revistagraphprint.blogspot.com), criado no em abril, recebeu 1.172 visitantes durante o mês de inauguração. Até o dia 04 de junho, o blog da GRAPH fora visitado por 3.108 profissionais. O Twitter da GRAPHPRINT conta atualmente com 519 seguidores. Siga-nos: @revgraphprint.

Isenção do PIS/Cofins para revistas é prorrogada até 2016

Boa notícia aos editores de revistas. No último dia 17 de maio de 2012, a Presidência da República confirmou a prorrogação da lei número 12.649, que garante alíquota zero para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes na importação e venda no mercado interno para o papel destinado à impressão de jornais e periódicos, entre eles as revistas. Agora, o novo prazo de validade vai de 1o de maio deste ano até 30 de abril de 2016.
A Associação Nacional de Editores de Revistas, em conjunto com a Associação Nacional de Jornais (ANJ), esteve acompanhando diretamente todo o processo para a manutenção deste benefício, que atinge todo o mercado de impressos do país.
Além da prorrogação do prazo, a lei sancionada pela presidenta Dilma Rousseff determina que o Poder Executivo está “autorizado a exigir a rotulagem das embalagens de papel destinados à impressão de livros e periódicos, por meio de meios físicos ou eletrônicos, com vistas à identificação e ao controle fiscal do produto”.
A nova determinação do Governo Federal deverá será aplicada para fabricantes, importadores e comerciantes do papel destinado à impressão de livros e periódicos, sob pena de que o papel sem rotulagem deixe de ter reconhecida, para fins fiscais, sua destinação.
*Fonte: ANER, dia 25 de maio de 2012

Kodak participa de evento pós-Drupa ABTG e apresenta soluções


A Kodak, empresa patrocinadora da rodada de seminários pós-Drupa, organizado pela ABTG, por meio de Enio Zucchino, gerente de pré-impressão, palestrou para um público composto por profissionais e educadores do setor gráfico.
Na ocasião, foram apresentadas todas as novidades lançadas pela empresa na Drupa desde o fluxo de trabalho, pré-impressão e impressão digital. “A proposta que quisemos mostrar durante toda a Drupa é que estamos prontos para ajudar nossos clientes a se tornaram mais lucrativos imprimindo com mais qualidade, em processos mais simples e que possam agregar valor”, disse Zucchino.


Congresso estimulará pesquisa e desenvolvimento no setor de celulose e papel

Investimento em inovação será decisivo para garantir a competitividade das empresas brasileiras

Com o tema Grandes Desafios na Pesquisa e Tecnologia de Materiais Lignocelulósicos e de Celulose e Papel, o ABTCP 2012 – 45º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, que será realizado entre os dias 9 e 11 de outubro no Transamérica Expo Center, em São Paulo, acontece no momento em que os investimentos em pesquisa e desenvolvimento, aliados à formação de recursos humanos, serão decisivos para garantir a competitividade do setor.
“Investir em inovação será fundamental para competir no atual cenário de mercado. Daí a importância de eventos como esse, que estimulam a pesquisa científica e a convergência de conhecimentos”, declara Carlos Farinha e Silva, vice-presidente do Grupo Pöyry e membro do conselho da ABTCP – Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel.
“O Brasil é líder mundial em biotecnologia florestal, o que permitiu ao País alcançar também o primeiro lugar em produção de celulose de fibra curta. Para fazer frente à concorrência da China no segmento de papel, precisamos implementar novas tecnologias de produção e incrementar a estrutura de distribuição em outros países para exportar produtos com maior valor agregado”, acrescenta Farinha e Silva.
Prova de que o setor está ciente dessa necessidade é que o ABTCP 2012 recebeu a inscrição de quase 180 trabalhos para compor as sessões técnicas e de pôsteres deste ano (http://www.revistaopapel.org.br/publicacoes.php?id=874), quase o dobro da quantidade recebida em 2011. Cabe agora ao Comitê Científico da ABTCP fazer a seleção dos trabalhos que vão compor a programação de palestras.
A novidade do ABTCP 2012, que tem como parceiros a Tecnicelpa (Associação Portuguesa dos Técnicos das Indústrias de Celulose e Papel) e a Riadicyp (Associação Ibero-americana de Docência e Investigação em Celulose e Papel), é a realização simultânea do Ciadicyp – Congresso Ibero-Americano de Investigações em Celulose e Papel, que pela primeira vez está sendo organizado no Brasil.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Sobretudo, a impressão da Alemanha

Por Fábio Sabbag - editor da GRAPHPRINT
Fez frio na Alemanha. Ao menos para um brasileiro – no meu caso, marinheiro de primeira viagem – a temperatura, que beira 80 mil geladeiras abertas simultaneamente, é, evidentemente, congelante. O clima no encerramento da Drupa, mais precisamente no dia 16 de maio de 2012, veio para relembrar que estamos, sim, na Europa, e na Alemanha, que apesar de gélida é um país que entra no sonho de qualquer viajante.
Os ventos cortantes uivam de pavilhão em pavilhão e racham os lábios dos novatos em solo europeu. Procurei, então, a nossa famosa manteiga de cacau. Entre gestos, mímicas, após o pedido feito num inglês desafinado, a farmacêutica disse que na Alemanha esse tipo de produto não é comercializado. Indicou, porém, um silicone que reveste as áreas afetadas pelas condições climáticas alemãs. Comprei o produto e resolvi minha situação.
Atravessando os pequenos obstáculos, começa a saga de GRAPHPRINT em busca da notícia. Não dá para negar que a Drupa é surpreendente, e inicialmente assusta. Os trens, que levam quase dentro do pavilhão, são tomados por várias línguas. No segundo dia de visitação, identifiquei, pelo menos, cinco idiomas circulando pelos meus ouvidos. É um negócio instigante, um evento que precisa ser vivenciado para ser compreendido. 
Já nos corredores dos pavilhões tive a oportunidade de encontrar brasileiros e gráficos que tiveram a oportunidade de visitar o evento em edições passadas. Sem exceção, disseram que a Drupa é digital. Incontestavelmente.
A discussão não tomou o rumo de qual empresa diminuiu ou aumentou o tamanho do seu estande, pois chegamos à conclusão de que essa referência não é muito confiável. Para efeito de comparação, a própria organização da feira informou que no dia de abertura houve uma queda de 30% em relação ao número de visitantes de 2008. E a redução foi realmente comprovada pela organização da feira, conforme pode ser lido na matéria de cobertura nas próximas páginas.
Pois bem, entre cervejas e joelhos de porco – revestido pela familiar pururuca e acompanhado pelo divino aspargo – foi possível notar o interesse do empresário brasileiro tanto pelos equipamentos tradicionais como pelos digitais. Como a Drupa é o evento tido como referência, ao ditar tendências mundialmente, podem crer: o digital não é antes, nem depois… é agora. E, pasmem, não necessariamente está ligado às pequenas tiragens. Por meio de cálculos, softwares e – atenção – formatos, é possível virar vanguardista. Olhem com carinho para o cenário digital sem abandonar o convencional.
Esqueçam a ideia de que é necessário ter uma impressora digital para atender a pequena demanda do cliente. Na atmosfera digital, a procura implícita é grande. Há novos substratos carecendo de impressão. Isso é inovação, sem preconceitos com o novo muito menos com aquilo que já existe no mercado.
A frase retumbante da Drupa 2012 foi: “Quem não pensar digitalmente, sem esquecer da demanda offset, claro, ficará na estação passada. E o trem da demanda, que às vezes anda rápido, em outras devagar, nunca sai do trilho nem estaciona.”
Um dia antes do encerramento da Drupa, a cidade de Düsseldorf comemorou o retorno do time local à primeira divisão da Bundesliga. O Fortuna, após empatar por 2 x 2 no segundo jogo – o primeiro fora vencido por 2 x 1 em Berlim contra o Hertha –, após 15 anos retorna à elite do futebol alemão. Antes que eu me esqueça: continua frio, muito frio.
Quente mesmo é a edição que se apresenta. Diretamente da Alemanha fechamos então o editorial sem perder a oportunidade de repetir: repensar seu modelo de negócio não significa abandonar a essência da empresa, muito menos se aventurar em mercado desconhecidos.
A Drupa 2012 veio para comprovar que com tecnologia, máquina – offset e digital – e conhecimento do campo de batalha há um futuro amplo, com vários e lucrativos nichos. Experimente novos desafios, combata os conceitos arcaicos e transforme-se no núcleo de soluções dos clientes.
Vida longa ao impresso, seja ele offset ou digital. Vida longa e saudável à indústria gráfica brasileira e mundial. Já o frio, com cerveja e um bom joelho de porco, dá para encarar numa boa. Com silicone.