quarta-feira, 11 de março de 2015

Na Expoprint Digital, Plataforma Isidora lançará comunidade de usuários

A plataforma Isidora de web-to-print, totalmente desenvolvida no Brasil, será apresentada com mais avanços tecnológicos na ExpoPrint Digital 2015, que acontece de 18 a 21 de março no Pavilhão Branco do Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

Entre as novidades estarão a impressão de dados variáveis, editor avançado, lojas prontas para uso e biblioteca de produtos, além da exibição dos diferentes portais que já estão ativos na internet. 

“Mostraremos o que desenvolvemos com nossos clientes além dos aprimoramentos constantes que realizamos”, afirma Alexandre Januário, diretor técnico da plataforma Isidora.

Também será lançada na feira, em evento a ser realizado no dia 19 de março, a Comunidade de Usuários Isidora. “Será uma excelente oportunidade de congraçamento, troca de ideias e visualização de futuros negócios para os nossos atuais e futuros clientes. Teremos o apoio da ANconsulting na elaboração de um temário especial para o evento. Com certeza os participantes vão poder desfrutar de bons conhecimentos e informação para ajudá-los a desenvolver ainda mais os seus negócios”, explica Andrea Costa, diretora da plataforma Isidora.


Programa e inscrições para evento Isidora: http://www.isidora.com.br/o-mundo-do-web-to-print-no-brasil

quinta-feira, 5 de março de 2015

Log&Print oferece oportunidades para jovens talentos

Com a conclusão do Projeto Jovem Aprendiz, o objetivo da empresa é efetivar o maior número possível de alunos, além de ampliar a oferta de vagas para o ano de 2015. Visando formar e oferecer mão de obra qualificada para o mercado de trabalho, a Log&Print está concluindo o Projeto Jovem Aprendiz. O programa reuniu 22 jovens, com idades entre 16 e 18 anos, que poderão ser contratados de forma efetiva pela instituição.

O curso de Aprendizagem Industrial de Auxiliar de Produção Gráfica foi desenvolvido ao longo desse ano e ficou sob a coordenação do Centro de Treinamento SENAI-Valinhos e com o apoio técnico da Escola Senai “Theobaldo De Nigris”, referência na área gráfica.
“O Projeto Jovem Aprendiz proporcionou a Log&Print a oportunidade de acompanhar bem de perto a formação profissional desses jovens talentos, uma vez que eles participaram nos últimos doze meses de aulas práticas e teóricas na sede da empresa, além de visitas técnicas na Escola Senai Theobaldo De Nigris, na capital paulista. O nosso objetivo é efetivar o maior número possível desses jovens em nosso quadro de funcionários”, explica Ricardo Iamamoto, Gerente de Recursos Humanos e Gestão Integrada da Log&Print.
Com o certificado de qualificação de Auxiliar de Produção Gráfica, expedido pelo Senai-SP, eles estarão aptos a executar atividades relacionadas aos processos de pré-impressão, impressão e pós-impressão.

O Projeto Jovem Aprendiz superou as expectativas, tanto da Log&Print como também do Senai-SP. Dessa forma, ambas as instituições já formalizaram a continuidade da parceria para o ano de 2015. “Foi a primeira vez que organizamos um curso de aprendizagem industrial in company, ou seja, atendendo às demandas da Log&Print, na área gráfica. O sucesso foi resultado do trabalho integrado de duas escolas do Senai-SP e da Log&Print. 

Os maiores beneficiados são os estudantes, que podem ingressar no mercado de trabalho com qualificação, tanto na Log&Print quanto em outras gráficas da região. A Log&Print está de parabéns pela sua iniciativa e disponibilidade. Representantes do Senai/SP e da Log&Print já se reuniram para analisar o que pode ser melhorado e iniciar a organização da próxima turma”, ressalta o professor Manoel Manteigas de Oliveira, diretor da Escola Senai Theobaldo De Nigris.

Já o executivo da Log&Print enfatiza que o objetivo é  ampliar esse projeto para os próximos anos. “Nos últimos anos, a empresa investiu em qualidade, versatilidade e tecnologia, por meio da aquisição de máquinas, ampliação do parque gráfico e formação profissional. Assim, o Projeto Jovem Aprendiz não só será realizado em 2015, como também deverá ser ampliado nos próximos anos”, conclui Iamamoto.



WEILBURGER Graphics GmbH adquire a Heliocolor

A WEILBURGER Graphics GmbH sediada em Gerhardshofen, Franconia (Alemanha) assume o controle imediato da empresa de vernizes Heliocolor. A sede de 5 mil metros quadrados está localizada 25 km ao sul de São Paulo, em São Bernardo do Campo.

A empresa se estabeleceu como fornecedor para a indústria gráfica, assim como para o mercado de vernizes de pisos por mais de 20 anos. Atualmente, as vendas anuais, de acordo com a WEILBURGER são de aproximadamente  2.000 toneladas, das quais 80% são vernizes à base de água e os 20% restantes são UV, emulsões de silicone e vernizes à base de epóxi.

Günter Korbacher, diretor geral da WEILBURGER Graphics GmbH fala sobre a aquisição: "Devido aos nossos bons negócios e desempenho de vendas na América do Sul procurávamos por uma fábrica adequada por um longo tempo. A empresa Heliocolor foi o nosso alvo favorito para uma aquisição, pois todo o conjunto se encaixa perfeitamente. Por um lado, a Heliocolor produz com um padrão de qualidade constante e elevado e, por outro lado, a filosofia da empresa, objetivos gerais e todo o ambiente de produção se ajustam perfeitamente aos da WEILBURGER Gráficos GmbH“, diz

Ainda de acordo com Korbacher apenas as vendas de vernizes de cura UV ainda são um pouco baixas no momento, “mas vamos mudar isso rapidamente com o nosso conhecimento e experiência. O importante para nós é que as instalações de produção e a infraestrutura são projetadas para capacidades muito maiores", aposta.


Campanha global do Two Sides combate ataque a sustentabilidade da comunicação impressa

Uma nova pesquisa encomendada pela Two Sides revela que diversas grandes empresas nos Estados Unidos, Reino Unido e Brasil ainda ignoram regulamentações destinadas a proteger os consumidores de propagandas publicitárias enganosas.
Em 2012, uma pesquisa realizada pela Two Sides, no Reino Unido, revelou que 43% dos principais bancos, 70% das empresas de telecomunicação e 30% das empresas de serviços faziam afirmações falsas sobre os benefícios ambientais da substituição do papel por comunicações digitais. Quando confrontadas, 82% dessas empresas mudaram suas mensagens publicitárias. No entanto, nova sondagem conduzida pela Two Sides em fevereiro de 2015 mostrou que 20% das organizações de serviços financeiros, fornecedores de energia, gás e água e empresas de telecomunicação persistem nas afirmações falsas.

Na América do Norte, a Two Sides foi bem-sucedida na conversão de 30 empresas que figuram na Fortune 500 nos mesmos setores citados e está em discussão com outras 25 organizações da mesma lista, que estão prestes a retirar campanhas como essas do ar.

“É decepcionante ver que alguns departamentos de marketing ainda usam propagandas ambientais enganosas para persuadir os consumidores a abandonar a comunicação em papel por mensagens eletrônicas baratas, principalmente quando sabemos que muitos consumidores têm forte preferência pelo papel”, diz Martyn Eustace, presidente da Two Sides, 

Segundo ele, em todos os lugares onde atua (Europa, Estados Unidos, Canadá, América do Sul, África do Sul e Austrália), a Two Sides seguirá debatendo com empresas que descumpriram o compromisso de interromper o uso de afirmações ambientais enganosas ou afirmam que a mudança para fatura e comunicação online é melhor para o meio ambiente, sem fornecer evidências de apoio verificáveis. Além disso, o termo ’sem papel‘ também é hipócrita, pois muitos consumidores recorrem à impressão doméstica para garantir uma cópia permanente dos seus informes."

No caso brasileiro, a Two Sides sustenta que a associação de benefícios ambientais com a migração do papel para serviços eletrônicos, além de criar uma ideia enganosa sobre a sustentabilidade da impressão e do papel, por não se respaldar em fatos, viola o artigo 43 do Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar), que exige que “os anúncios sejam realizados de forma a não abusar da confiança do consumidor, não explorar sua falta de experiência ou de conhecimento e não se beneficiar de sua credulidade.”

Phil Riebel, presidente da Two Sides América do Norte, avalia que, "ao longo do último ano, a campanha obteve sucesso contra mais de 50% das alegações comerciais enganosas, mas ainda há um trabalho forte de conscientização a ser feito, pois a maioria dos profissionais de marketing das empresas não entende o ciclo de vida e as características sustentáveis da impressão e dos produtos de papel – estão fazendo marketing com base na percepção e não em fatos baseados na ciência.”

A direção da Two Sides assume o compromisso de fornecer aos departamentos de marketing e jurídicos das empresas todas as evidências da sustentabilidade da mídia impressa, contribuindo para que as mensagens enviadas ao público sejam mesmo ambientalmente corretas. “Reportar às autoridades é um último recurso. Na verdade, raramente precisamos chegar a tanto e sabemos que trabalhar em conjunto com as empresas é a melhor maneira de garantir que os consumidores permaneçam protegidos do aumento do greenwash (lavagem verde).”

“No Brasil, também estamos monitorando a prática do greenwash e, nos poucos meses de adesão do País à Two Sides, oito grandes empresas já foram notificadas sobre a incorreção desse procedimento”, informa Fabio Arruda Mortara, country manager da Two Sides Brasil.

Outro prejuízo decorrente do greenwash é ocultar os benefícios ambientais do papel. “Na Europa, 44% da área de terra é coberta por florestas e, desde 1950, a área florestal europeia tem crescido à razão de 30% ao ano", afirma Eustace.
Nos Estados Unidos, como informa Riebel, estatísticas do Departamento de Agricultura mostram que a área de terra florestal líquida aumentou 3% nos últimos 60 anos e que o volume de madeira (número de árvores) em área autorizada aumentou 58% no período.

No Brasil, as florestas plantadas para produção de papel e celulose correspondem a 2,2 milhões de hectares, equivalentes a 2,2 milhões de campos de futebol, e utilizam prioritariamente áreas já degradadas. “Como o cultivo acontece em sistema de mosaico, intercalando talhões plantados com mata nativa, a floresta cultivada ajuda na recuperação da mata nativa”, afirma Mortara. 


"O papel é um produto renovável e reciclável. Se produzido e utilizado de maneira responsável, torna-se um recurso sustentável de comunicação. As indústrias florestais e de papel dependem de florestas sustentáveis, as principais guardiãs desse precioso e crescente recurso", finaliza Eustace.

Presidente nacional da Abigraf, Levi Ceregato, recebe com desagrado a nova alta na taxa Selic

O presidente nacional da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), Levi Ceregato, recebeu com desagrado a nova alta na taxa Selic, que passou de 12,25% para 12,75%.

“É preocupante a rapidez com que o cenário econômico e político estão se deteriorando”, disse ele. Em apenas três meses, a taxa de juros atingiu o patamar máximo que, em janeiro, projetava-se para o final 2015; o dólar rompeu a barreira mágica dos R$ 3,00 e poderá entrar em um movimento de volatilidade que nem as análises mais pessimistas chegaram a considerar. Mas não só. “No que parecia o auge do pessimismo, o setor industrial vinha trabalhando com projeção de retração de 0,5% no PIB e de 0,35% na produção industrial. Já era ruim e piorou: a expectativa já é de crescimento negativo de 0,58 no PIB e de 0,72% na indústria. Somem-se aí a crise entre Congresso e Executivo em função da redução da desoneração da folha, a falência moral de um governo cercado por episódios de corrupção e o sério risco de o Brasil ser rebaixado na sua classificação de risco e vamos concluir que a nova alta de juros é apenas outra alegoria assustadora do mais sinistro ambiente de negócios da história recente do País. A economia está em queda livre e o setor produtivo ainda não vislumbra o fundo do poço”, diz.

“Somos um setor sensível ao desempenho global da indústria e do consumo. O recuo na desoneração da folha do segmento de embalagens, os juros estratosféricos e a variação cambial impactando negativamente insumos, como papel e chapas, não deixam dúvidas: teremos uma performance negativa, com baixo investimento e alto desemprego no setor”, finaliza Ceregato.


Gráfica britânica, SuperWide Digital, anuncia a aquisição de duas máquinas EFI VUTEk

Após comprar uma impressora VUTEk GS3250LX Pro de 3,2 m, com impressão por rolo ou mesa, de grande formato e secagem LED, a empresa britânica decidiu duplicar o investimento por meio da VUTEk GS5500LXr Pro, do tipo rolo a rolo, com cinco metros e também com secagem LED.

Compras como estas são essenciais para uma fase de significativa expansão na gráfica, situada em Manchester, no Reino Unido, que vende apenas para o comércio.
A equipe da SuperWide viu pela primeira vez a impressora VUTEk de cinco metros do tipo rolo a rolo com a tecnologia UltraDrop da EFI em novembro de 2014. O tempo de operação da impressora e a flexibilidade da tinta SuperFlex UV da EFI, coproduzida com a 3M, se unem às cabeças de impressão de 7 picolitros para oferecer a combinação de desempenho e qualidade exigida pela SuperWide.

"A SuperWide Imprime uma enorme variedade de trabalhos de exibição para milhares de clientes em todo o Reino Unido e para, muitos deles, fornecemos o essencial para tornar um pedido realidade", explica Luke Drogan, gerente de desenvolvimento de negócios na SuperWide Digital.


"Precisamos dos equipamentos certos para atender às expectativas de nossos clientes, e seus prazos. A confiabilidade das duas máquinas VUTEk e o atendimento da EFI nos deu a confiança de que essa era a escolha certa para a SuperWide. A decisão da SuperWide ao escolher a VUTEk é um voto de confiança de uma das maiores operações de impressão do Reino Unido e a EFI estará lá para apoiá-los em cada etapa do processo", diz Paul Cripps, gerente geral da EFI EMEA.

segunda-feira, 2 de março de 2015

CBL - Carta de despedida Karine Pansa

É difícil acreditar que os quatro anos da minha gestão como presidente da CBL já terminaram. Como passaram rapidamente!

Envolvi-me incansavelmente no fascinante desafio de contribuir para o avanço do livro e da leitura em um País em que ainda se faz tão pouco nesse sentido.

Uma das prioridades do meu trabalho foi a Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Tive o prazer de estar à frente da entidade na realização de duas edições, em 2012 e 2014.  Promovemos mudanças importantes, sempre com o objetivo de adequar o evento às transformações do mercado. Em 2014, ampliamos ainda mais a nossa bem-sucedida parceria com o Sesc São Paulo, que se estendeu à curadoria da programação cultural. Esta foi a Bienal do Livro dos jovens!

Em outra linha de frente, destaco a internacionalização do mercado editorial, cujo momento mais importante aconteceu na Feira do Livro de Frankfurt em 2013, que teve o Brasil como Convidado de Honra pela segunda vez. Também fomos homenageados em 2012, na Feira do Livro de Bogotá, na Colômbia; em 2014, na Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha e este ano, somos o Convidado de Honra do Salão do Livro de Paris, que acontece de 20 a 23 de março próximo.

Também na meta da internacionalização, ressalto a parceria da CBL com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), por meio do Projeto Brazilian Publishers.  Realizamos vários programas de divulgação e prospects de mercado. O projeto investiu fortemente na preparação de editores nacionais para apresentarem seus livros nas feiras de Frankfurt, Bolonha e Guadalajara. O Brasil avançou e deu passos importantes para se tornar cada vez mais um país vendedor de direitos autorais!

Outro assunto importantíssimo que avançou nestes quatro anos foi o livro digital. Tivemos o grande desafio de ser pioneiros na discussão sobre as mudanças de mercado com a realização do Congresso Internacional CBL do Livro Digital, que em 2014 chegou à 5ª edição.
           
Nosso querido Jabuti segue sua trajetória de sucesso como o mais importante e reconhecido prêmio do setor editorial brasileiro. Em 2014, na 56ª edição, a curadoria passou para a escritora e professora Marisa Lajolo e a cerimônia de entrega foi realizada no Auditório Ibirapuera.

Junto com as entidades do setor, participamos de maneira efetiva nas discussões sobre a Lei das Biografias, a Lei do Livro e no apoio ao Vale-Cultura. Outra importante conquista foi o convite que recebi para integrar o Conselho Diretivo do Plano Nacional do Livro e Leitura.

Ampliamos nossa participação nas questões internacionais do mercado editorial - desde 2012, integro o Comitê Executivo do International Publishers Association (IPA), que me permite participar de importantes discussões, como por exemplo, Freedom to Publish (IFTP), que defende  a liberdade de comunicação escrita no mundo.

Com um mercado cada vez mais exigente e competitivo, cumprimos nosso papel de oferecer cursos e workshops por meio da Escola do Livro, para cerca de 500 profissionais por ano.

Mais um trabalho relevante foi a qualificação da gestão interna da CBL: ao longo desses quatro anos, adequamos cargos e profissionais com ótimos resultados na melhoria de desempenho e  produtividade. Também trabalhamos na organização do arquivo histórico da entidade, com a contratação de profissionais especializados.

Para finalizar este balanço, ressalto que todo o esforço do nosso trabalho refletiu-se no aumento do número de associados. Em 2013, as adesões cresceram 72% em relação ao ano anterior; em 2014, os números mantiveram-se estáveis.

Mais uma vez quero agradecer todo o aprendizado que tive nesses quatro anos à frente a CBL.

Em primeiro lugar, agradeço a minha família por compreender que a minha ausência era por um grande objetivo, o livro.  Agradeço aos associados da CBL, que me confiaram a responsabilidade de presidir a entidade e trabalhar pelo livro brasileiro.

Agradeço imensamente a todos os executivos e colaboradores da CBL, em especial, Mansur Bassit, diretor executivo, que, com seu trabalho, comprometimento e liderança, esteve presente em todos os momentos, para que, com toda a equipe, pudéssemos cumprir com êxito nossas missões. Muito obrigada aos parceiros da CBL nos múltiplos projetos que realizamos em parceria e às entidades representativas do livro. Muito obrigada aos integrantes das diretorias da CBL nos meus dois mandatos como presidente. Sem a sua presença, trabalho, conhecimento e desprendida dedicação, não teríamos conseguido atingir nossos objetivos.

Sem dúvida, foi uma grande honra trabalhar com todos vocês ao longo das duas gestões! 

Deixo a presidência da CBL, mas sigo incansável na luta pelo livro. E a maior lição que aprendi foi entender em profundidade o significado e a grandeza de nossa contribuição à sociedade e ao País quando lutamos pela causa do livro! Aprendi, também, que devemos persistir diante de desafios e metas capazes de contribuir para que tenhamos um país melhor.


A Luis Antonio Torelli, novo presidente da CBL e a toda a diretoria que agora assume a entidade, desejo muito sucesso no seu trabalho! E que façam cumprir o conceito de sua campanha: Mais Livros em Todos os Sentidos!