sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Leitura digital torna mais difícil a absorção dos detalhes de um texto, diz pesquisa*

Lembrar detalhes de um texto pode se tornar mais fácil através da leitura em papel do que aquela feita através de um Kindle (ou qualquer outro dispositivo eletrônico). A constatação é de um estudo sobre o impacto da digitalização na leitura, apresentado na Itália, no mês passado, que mostrou que os leitores conseguem resgatar mais informações sobre a trama, lugares e personagens descritos de um texto quando o leem impresso. As informações são do jornal The Guardian.

O estudo foi feito com 50 pessoas. Metade deles teve de ler um livro da escritora Elizabeth George, um texto de 28 páginas, em um Kindle. Os demais leram as mesmas páginas, porém impressas. Em seguida, eles foram questionados sobre detalhes da trama como aspectos da história, personagens e cenários.

“Os leitores de Kindle tiveram um desempenho significativamente pior na reconstrução da trama, por exemplo, quando pediram que eles colocassem na ordem correta 14 acontecimentos”, explicou Anne Mangen, pesquisadora da Universidade Stavanger, da Noruega, líder do estudo. 

Segundo ela, o “retorno tátil da leitura em um Kindle não oferece o mesmo suporte para a reconstrução mental de uma história como um livro impresso traz”.

“Quando você lê no papel você percebe a pilha de folhas crescendo à esquerda e diminuindo à direita. Você tem o senso tátil de progresso, além do visual, diferente dos leitores num Kindle. Talvez isso, de alguma forma, ajude o leitor, dando mais consistência ao seu sentido de desdobramento e progresso do texto, e, logo, da própria estória. É interessante para nós que as diferenças (na lembrança dos leitores) são relacionadas à temporalidade. Por que isso?”, acrescentou a pesquisadora, que afirma a necessidade de novos estudos para se responder a essa questão.


*Fonte: extra.globo.com - 21/08/2104

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

EFI disponibiliza nova versão do Fiery proServer para impressoras jato de tinta

A novidade tem foco em grandes e supergrandes formatos da empresa. Projetada para as impressoras EFI VUTEk, a versão 6 do EFI Fiery proServer é um sistema de front-end digital avançado para controlar impressoras a jato de tinta. Ela possui o recurso Fiery Accelerated System Technology (FAST) RIP, que processa arquivos em PDF até sete vezes mais rápido do que antes.  Mais do que um RIP, o proServer fornece um fluxo de trabalho com gerenciamento de cores de alto desempenho, suporta o controle de impressão PSD da FOGRA e é compatível com mais de 540 impressoras dos principais fabricantes. “O Fiery proServer 6 é uma contribuição verdadeiramente inovadora para impressões grandes e super grandes formatos. Pela primeira vez, a tecnologia FAST RIP da EFI está disponível para o mercado de produção a jato de tinta, o que proporciona um benefício de desempenho único. Essa versão marca uma nova era de front-ends de produção de alto desempenho para o mercado de gráficos e comunicações visuais”, disse John Henze, vice-presidente de marketing da EFI Fiery

Esta versão mais recente do Fiery proServer fez sua estreia na feira FESPA Digital no início deste ano. O FAST RIP, uma tecnologia de aceleração desenvolvida pela EFI, aprimora o processamento do Adobe PDF Print Engine, bem como o do Adobe Post Script Interpreter (CPSI). Uma combinação de algoritmos de compressão de arquivos e gerenciamento de memória eficiente redefine como as imagens complexas são analisadas.

De acordo com Mitch Konstantinovic, da Kamset, um estabelecimento de impressão sediado no Reino Unido que está entre as primeiras empresas a fazerem a atualização para o Fiery proServer 6, “O Fiery proServer é mais rápido do que os outros RIPs, pois remove a grande frustração de ter uma grande quantidade de coisas a serem impressas e ver a impressora ociosa. O FAST RIP está trazendo grandes mudanças. Nós não gostamos mais de usar os outros”.


A atualização do Fiery proServer 6 está disponível gratuitamente para todos os clientes do proServer existentes que possuem um contrato de suporte e manutenção do software válido ou um programa de software aprimorado com cobertura da Fiery XF. Outras pessoas podem adquirir o Fiery proServer 6 diretamente na EFI. 

Apolo Sistema Gráficos é a nova associada da Afeigraf

A Associação dos Agentes de Fornecedores de Equipamentos e Insumos para a Indústria Gráfica anunciou a Apolo Sistemas Gráficos como sua nova empresa associada. Com sede em São Paulo e tradição de 27 anos de atuação no segmento gráfico, a Apolo comercializa soluções para pré-impressão, impressão, acabamento editorial e de embalagem.

Entre suas representadas estão a japonesa Sakurai Graphic System; a italiana Smyth Manufacturing Company; Glunz & Jensen; Duplo; CRON; Watkiss; Oki e Xerox. “Entendemos que a Afeigraf é a entidade representativa dos fornecedores de tecnologias gráficas e, por isso, a Apolo ingressou na associação. A Afeigraf, ao realizar eventos como a ExpoPrint e outras ações do gênero, colabora para a divulgação das melhores ferramentas de produtividade disponíveis no mercado brasileiro. Isso representa atualização e qualificação, e, dessa maneira, essas realizações têm suma importância para nosso mercado”, disse Michel Guttmann, presidente da Apolo.


Guttman frisa a importância de os fornecedores de equipamentos e tecnologias gráficas contarem com uma representação forte, destacando as soluções de impressão digital, segmento com forte crescimento em todo o mundo. “As tecnologias digitais representam os maiores pontos de inflexão enfrentados pelo mercado gráfico mundial. No Brasil, somam-se ainda políticas de câmbio e tributárias erradas, tornando nosso produto gráfico menos competitivo. Por isso, juntas, as empresas que comercializam essas soluções no Brasil podem ganhar forças e colaborarem para o crescimento e competitividade de nosso mercado”, destacou.

Suzano Papel e Celulose mantém foco nos projetos socioambientais em Imperatriz e região

Com um modelo de gestão norteado para a sustentabilidade, a Suzano Papel e Celulose destinou cerca de R$ 6,3 milhões a projetos socioambientais no Maranhão, em 2013. Na região de Imperatriz, onde está baseada sua nova unidade industrial, as ações em 14 municípios nos Estados do Maranhão e Tocantins são voltadas a educação, geração de renda, desenvolvimento das comunidades e fortalecimento da cultura local.

As melhorias, principalmente em termos de infraestrutura e reformas de escolas públicas e comunitárias, atenderam mais de 45 mil crianças e jovens, além da construção e reforma de unidades de beneficiamento, doação de maquinário, viabilização de bibliotecas comunitárias e educação sanitária para promover qualidade de vida às crianças e comunidades.


Foram desenvolvidas também ações com cerca de 300 agricultores das áreas de convivência da empresa com o objetivo principal de fortalecer os arranjos produtivos locais, além de apoiar o desenvolvimento do extrativismo vegetal e demais sistemas produtivos, garantindo, especialmente, a segurança alimentar. Com isso, a safra de 2012/2013 aproximou-se da marca de 215 toneladas de alimentos produzidos.

Com queda de 1,8% no segundo semestre, indústria gráfica recua na projeção para o ano

A produção física da indústria gráfica brasileira caiu 1,8% no segundo trimestre em relação aos três primeiros meses do ano. Frente ao mesmo período em 2013, o resultado indica queda de 9,9%. 

Os números, elaborados pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf) com base na Pesquisa Industrial Mensal do IBGE, têm alcance nacional. Atento ao risco de novas retrações, o setor reviu para baixo a projeção para o ano. “Prevíamos queda de 1,7% na produção anual, mas acreditamos que o recuo deve atingir 3,5%”, afirma Levi Ceregato, presidente nacional da Abigraf.

A crise na Argentina (importante parceiro comercial do setor), a alta de juros, a ameaça de crise energética e a alta nos preços de energia no mercado livre, o aumento da inadimplência pelas empresas e o enfraquecimento generalizado da economia são alguns fatores que levaram o setor a rever suas expectativas. “Além disso, os dias parados durante a Copa foram negativos para a indústria de transformação, embora parte dos efeitos ainda possa ser revertida ao longo do segundo semestre”, pondera Ceregato.


A revisão de expectativas para baixo não surpreende. O Índice de Confiança do Empresário Gráfico, apurado no segundo trimestre, já indicava o pessimismo do empresário do setor ao registrar 48,3 pontos, abaixo da linha de neutralidade de 50 pontos.