quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Quebra de recorde de produção com a RAPIDA 106 na Winston Packaging, da Carolina do Norte

A KBA norte Americana parabenizou a Winston Packaging, uma empresa familiar de quatro gerações que é produtora de embalagens de papelão, localizada em Winston – Salem, na Carolina do Norte pela sua performance que conquistou um novo recorde de produção.

A quebra de recorde aconteceu em 11 de agosto, na Rapida 106 de seis cores da empresa, que rodou em menos de sete horas, 127.625 folhas a uma velocidade média de 18.964 folhas por hora.

“Estamos orgulhosos por operar esta impressora Rapida de tão alta performance em nossas instalações. Este impressionante recorde reforça nossa decisão pela compra da KBA e mostra claramente que temos a impressora de médio formato mais produtiva no mercado global”, disse James Gordon, presidente da Winston Packaging


Vários fatores ajudaram a determinar o resultado final desse novo recorde mundial de produção na Winston Packaging, começando por um caminhão carregado de papel que funcionou muito bem na impressora, junto com a melhor equipe técnica trabalhando na produção aquele dia. Não somente a Winston obteve o recorde de produção de trabalho na sua Rapida 106 em Agosto de 2014, mas recebeu também o reconhecimento do Paperboard Packaging Council (PPC) por ter alcançado o importante marco de 500.000 horas de trabalho sem nenhum incidente.

Catuaí encerra o ano comemorando premiações

A paranaense Catuaí Print, empresa especializada na produção de rótulos autoadesivos e sleeves termoencolhíveis, termina 2014 comemorando três importantes premiações. Em solenidade de entrega da 22ª edição do Prêmio Qualidade Flexo Prof. Sergio Vay, patrocinado pela ABFLEXO - FTA Brasil (Associação Brasileira Técnica de Flexografia), que distinguiu as empresas que inscreveram trabalhos impressos em flexografia – bandas larga e estreita e papelão ondulado - entre 2013 e 2014, em todas as regiões do Brasil, a Catuaí Print foi destacada em duas categorias.


O primeiro reconhecimento aconteceu na categoria Filme Flexível, Modular, Cromia e UV, na qual a Catuaí recebeu o primeiro lugar com o trabalho Sleeve Iogurte com Polpa de Fruta Mamão e Laranja, produzido em filme PVC transparente 40 micras, termoencolhível próprio para rótulos sleeves.


O segundo destaque foi na categoria Papel, Modular, Cromia, UV, em que a empresa obteve o primeiro lugar com o Rótulo Cerveja Tony Festival 310ml, desenvolvido em papel couchê autoadesivo, com aplicações de hot stamping e relevo. Este rótulo mereceu, ainda, um troféu especial, Top em Flexo, por ter obtido a maior média ponderada final na classe Banda Estreita.


A terceira premiação recebida foi o Prêmio Fornecedor da Embalagem, promovido pela Revista EmbalagemMarca, por ter desenvolvido material para a produção da embalagem vencedora do Prêmio Grandes Cases de Embalagem 2014, com o produto Cachaça Yaguara, para o cliente Carmosina Comercial. 

“Essas premiações refletem a nossa preocupação com a qualidade de impressão na produção de nossos rótulos, o que tem sido um fator diferencial muito importante para nos consolidarmos no mercado brasileiro”, Nilton Cardoso, diretor da Catuaí Print.

Fundada faz mais de 45 anos, a Catuaí Print tem seu foco na produção de rótulos autoadesivos e sleeves termoencolhíveis. 

Diego Gracia assume Gerência de Exportação da Ibema

O executivo Diego Gracia, que ocupava o cargo de Supervisor de Exportação, assume a Gerência de Exportação da empresa. 

Gracia é administrador de empresas, integra o time da Ibema desde 2011 e passa a comandar a expansão da companhia no mercado latinoamericano. 

Xerox lança no Brasil plataforma para gráficas criarem lojas virtuais

A Xerox garante que na Box2Print, criada em parceria com a PrintOne, as lojas online podem ser criadas em menos de 24 horas. Em meio às recentes movimentações online da Black Friday, a Xerox Brasil lançou a Box2Print, uma ferramenta para médias e pequenas gráficas fecharem negócios com o cliente final.

Na Box2Print, uma plataforma web to print desenvolvida em parceria com a PrintOne, as gráficas poderão criar lojas virtuais feitas de forma descomplicada e sob medida com diversos recursos e funcionalidades. A loja virtual entra no ar em menos de 24 horas.
De acordo com a Xerox, na Box2Print a Gráfica acompanhará a venda em tempo real, e terá recursos para alterar produtos, lançar novos modelos e captar clientes para impressão de qualquer material gráfico.

“A Box2Print oferece verdadeiras "matrizes" capazes de gerar uma infinidade de novos produtos, ampliando o potencial de lucratividade do negócio das gráficas. É o conceito web to print chegando ao consumidor final de forma simplificada, pois ele é quem definirá como será a impressão do arquivo, a posição do logo e o template, por exemplo. Os números confirmam, cada vez mais, a tendência das pessoas comprarem e resolverem tudo pela internet. O Web to Print é um movimento sem volta nesse mercado”, afirma Luis Iglesias, diretor executivo de Artes Gráficas da Xerox.


Para criar a loja virtual basta acessar o www.box2print.com.br. O custo para criação varia de acordo com as funcionalidades da loja. Toda a simulação de valores pode ser feita online.

Suzano Papel e Celulose ganha reconhecimento duplo no Prêmio de Excelência Gráfica Fernando Pini

A Suzano Papel e Celulose venceu novamente duas categorias na 24ª edição do Prêmio Brasileiro de Excelência Gráfica Fernando Pini: Papel para Impressão Revestido e Cartão para Impressão com e sem Revestimento. 

“O reconhecimento do mercado para a qualidade dos produtos e serviços da Suzano é uma demonstração importante de que a nossa estratégia de atuação está no caminho correto, oferecendo aos clientes um portfólio de papel diferenciado, com produtos inovadores, de qualidade e que atendem as necessidades do mercado”, afirma Leonardo Grimaldi, diretor comercial da Unidade de Negócios de Papel da Suzano.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Heidelberg conquista prêmio Fernando Pini em quatro categorias

No dia 25 de novembro, a Heidelberg conquistou os troféus nas categorias: melhores equipamentos para pré-impressão, sistemas e CtPs; melhores equipamentos para impressão plana; melhores equipamentos para acabamento gráfico e melhor fornecedor de blanquetas.

“Ganhamos em quatro categorias e fomos o fornecedor mais citado da noite. Isto demonstra mais uma vez o respeito dos profissionais do mercado gráfico pela qualidade dos produtos e serviços Heidelberg. O prêmio recebido pela nossa linha de gravadoras de chapas da Heidelberg, os CtPs Suprasetter, tem um significado muito especial porque ganhamos pela primeira vez em muitos anos de novo este troféu. E, o prêmio recebido pelas blanquetas Saphira, linha de consumíveis da Heidelberg, demonstra mais uma vez que os nossos consumíveis vêm conquistando importante espaço nesse mercado extremamente competitivo, comprovado mais uma vez por um prêmio de grande credibilidade como o Fernando Pini” destaca José Luis Gutiérrez, presidente da Heidelberg do Brasil.


“Equipamentos para pré-impressão, sistemas e CtPs” para a equipe da Heidelberg 
Gutiérrez afirma que um dos fatores desse sucesso é a parceria entre a Heidelberg e o gráfico: “Queremos parabenizar e agradecer aos clientes que nos ajudaram a ganhar estes prêmios. Nehum sucesso seria possível sem a excelência, o profissionalismo e a relação de confiança que temos com nosso cliente”.

“Melhor fornecedor de blanquetas” para a equipa de Saphira, marca própria da Heidelberg

Balança comercial do setor gráfico tem déficit no terceiro trimestre, mas há elementos para otimismo no cenário

Apesar de desempenho inferior em relação ao segundo trimestre do ano, a indústria gráfica tem esperança de consolidar o movimento de aumento das exportações e diminuição das compras de produtos gráficos no exterior observado na comparação com 2013.

Vista de forma isolada, a balança comercial do setor gráfico no terceiro trimestre não dá motivos para comemoração. De acordo com dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o déficit foi de US$ 54,6 milhões – 78% maior do que os US$ 30,6 milhões negativos registrados de abril a junho deste ano. No entanto, quando se comparam os resultados com os obtidos no mesmo período de 2013, há aumento real de 17,5% nas exportações e recuo de 9% nas compras externas de itens gráficos.

“Os números ainda são tímidos e a queda nas importações provavelmente reflete o desaquecimento do mercado interno. Mas o aumento das vendas externas é positivo e atesta o empenho da nossa indústria gráfica em fazer a lição de casa da competitividade, tanto que tem entre seus principais compradores os Estados Unidos, líder mundial do setor”, pondera Levi Ceregato, presidente nacional da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf).

Os dois pratos da balança

Entre julho e outubro, as vendas externas do setor somaram US$ 75,5 milhões, capitaneadas pelos segmentos de embalagens (41% do total) e cartões (35%). Venezuela, Uruguai e Estados Unidos foram os maiores compradores, respondendo respectivamente por 28%, 17% e 8% das embalagens exportadas. Já os cartões tiveram como principais destinos México (17%), Bolívia (15%) e Chile e Argentina (12% cada).

Nas importações, os itens do segmento editorial (como livros e revistas) continuaram à frente, com participação de 36%, seguidos de embalagens (23%) e cartões (19%), composição igual à registrada nos três meses anteriores e no segundo trimestre de 2013.

A China foi a principal fornecedora tanto no segmento de produtos editoriais (28% do total) quanto no de embalagens (38%).  O Brasil importou ainda impressão de livros e revistas de Hong Kong (15%) e dos Estados Unidos (13%).  Espanha e Suíça responderam, respectivamente, por 20% e 11% das embalagens compradas no exterior. E os cartões importados vieram sobretudo de Estados Unidos (42%), Suíça (27%) e França (11%).


Na comparação com o segundo trimestre do ano, as importações saltaram de US$ 106,7 milhões para US$ 130,4 milhões e as exportações recuaram 0,4%. Frente ao terceiro trimestre de 2013, porém, o desempenho pode ser considerado positivo, com queda de 31% no saldo deficitário, que recuou de US$ 79,1 milhões para US$ 54,6 milhões.