segunda-feira, 2 de maio de 2016

Hans Van Bylen assume o comando da Henkel


A partir do dia 2 de maio, Hans Van Bylen é o novo CEO da Henkel. 

Ele é o sucessor de Kasper Rorsted, que trabalhou por 11 anos no Board executivo da companhia. O executivo ingressou na empresa em 1984 na Bélgica e ao longo de sua carreira ocupou cargos de liderança nas unidades de negócio Laundry & Home Care e Beauty Care. Dentro da Henkel, o novo CEO atuou na França, Oriente Médio e África, América do Norte, Ásia-Pacífico e América Latina. Desde 2005, Van Bylen trabalha como membro do Board, sendo responsável pela unidade de negócios Beauty Care.

“Estou feliz em saber que a Henkel será conduzida por Hans Van Bylen. Devido à sua longa permanência e experiência internacional na Henkel, suas excelentes competências em gestão e sua paixão por marcas, inovações e clientes. Sabemos que com Hans Van Bylen o futuro da Henkel está nas melhores mãos”, disse Simone Bagel-Trah, Chairwoman do Conselho de Supervisão e do Comitê de Acionistas.

“Minha indicação como CEO é ao mesmo tempo uma honra e uma obrigação. Estou ansioso por isso e estou convencido que continuaremos com o desenvolvimento bem-sucedido da Henkel com nossa equipe global”, explica Van Bylen.

Van Bylen nasceu em Berchem, na Bélgica, em 1961. O executivo é formado pela Universidade da Antuérpia, com graduação em gestão de negócios e MBA (Master Business Administration).

Pascal Houdayer substituiu Hans Van Bylen como membro do Board, sendo responsável pela unidade de negócios de Beauty Care.

Houdayer iniciou a carreira na Henkel em 2011, e foi responsável pelo Marketing Internacional na unidade de negócios de Home Care, Desenvolvimento de Novos Negócios e pelas atividades digitais da unidade de negócios de Laundry & Home Care. Além disso, ele foi responsável pela região Ásia-Pacífico da unidade de negócios. Antes de ingressar na Henkel, desde 1993 ele ocupou vários cargos de gestão internacional na Procter & Gamble na Europa, no Norte da África e nos Estados Unidos, na unidade de negócio de Laundry & Home Care, além de Body Care.

Pascal Houdayer nasceu em Eaubonne, França, em 1969, formou-se na Faculdade de Administração ESSEC em Paris, com graduação em Matemática e MBA (Master Business Administration).

Para currículos detalhados:

Especialistas em gestão de mídias sociais discutem especificidades do mercado editorial

Curso, ministrado pelas consultoras de marketing e comunicação Daniela Senador e Mila Paes Leme Marques, mostra, de 3 a 6 de maio, como alcançar resultados efetivos no mercado editorial com a correta utilização das mídias sociais.

A Universidade do Livro, braço educacional da Fundação Editora da Unesp, reapresenta o curso Mídias sociais para o mercado editorial: planejamento e gestão com foco em resultados. Sucesso consagrado junto ao público em 2015, o curso tem a finalidade de proporcionar conhecimentos de mídias sociais e de sua aplicação no segmento, mostrando como elas se conectam com os objetivos e com a estratégia de marketing e comunicação da organização e como podem trazer resultados efetivos para o negócio se realizadas com planejamento estratégico e gestão eficaz.
  
Apresentadas pelas consultoras de marketing e comunicação Daniela Senador e Mila Paes Leme Marques, as 12 horas/aula trazem a definição de alguns conceitos básicos de mídias sociais e como se relacionam com as disciplinas de marketing e comunicação, de que forma o cenário do mercado editorial, os objetivos da organização e a atuação dos concorrentes interferem na estratégia de mídias sociais. Apresentam também a metodologia de planejamento estratégico de mídias sociais (teoria e prática), o passo a passo para uma gestão de mídias sociais eficaz e uma análise de casos do segmento editorial para identificação de boas práticas e lições aprendidas em forma de estudos de casos.

Destinadas a gerentes, coordenadores e editores de conteúdo das áreas de comunicação, marketing e vendas, jornalistas, estudantes de comunicação e marketing, empreendedores, profissionais do mercado editorial e demais interessados, as aulas ocorrem de 3 a 6 de maio, das 18h30 às 21h30, na sede da Editora Unesp. 

O investimento é de R$ 524,00 (R$ 419,00 para estudantes em geral, profissionais da Unesp e do mercado editorial) com inscrições até 3 de maio.

Sobre as docentes 

Daniela Senador é jornalista e mestre em Ciências da Comunicação pela ECA-USP, cursando MBA Executivo em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios na FGV. Trabalhou para grandes agências liderando projetos de comunicação e marketing digital em instituições públicas e privadas, nacionais e multinacionais. É sócia-diretora da Soneto – Inteligência Criatividade Resultados, consultoria e agência especializada em projetos de estratégia e business intelligence.

Mila Paes Leme Marques é jornalista pela Unesp, foi repórter no jornal DCI e acumula 12 anos de experiência em Comunicação e Marketing, com ênfase na área digital. Atuou em grandes agências de comunicação corporativa e para organizações nacionais e internacionais de vários segmentos. É sócia da Soneto – Inteligência Criatividade Resultados, consultoria e agência especializada em projetos de estratégia e business intelligence.


Mídias sociais para o mercado editorial: planejamento e gestão com foco em resultados

Data: 3 a 6 de maio de 2016
Horário: 18h30 às 21h30
Carga horária: 12 horas
Inscrições até: 3/5/2016 às 15h
Investimento: R$ 524,00 (R$ 419,00 para estudantes, profissionais da Unesp e do mercado editorial)
Local: Universidade do Livro - Praça da Sé, 108, 7º andar (esquina com rua Benjamin Constant) – São Paulo (SP)
Fone: (11) 3242-9555; 3242-7171 - ramais 502 e 503
E-mail: unil@editora.unesp.br
Mais informações sobre a Universidade do Livro estão disponíveis em: www.editoraunesp.com.br/unil

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Ao ampliar família :Azura, Agfa destaca engajamento no Brasil e na América Latina

No dia 28 de abril, no SECOVI-SP, a Agfa Graphics do Brasil recebeu clientes e jornalistas para consolidar o lançamento das novas integrantes da família de chapas :Azura
                                              
                           
            

A :Azura TU e a :Azura TE, insumos livres de substâncias químicas, foram criadas a partir da plataforma :Thermofuse à base de látex que, por ser um processo físico e não químico, permite a eliminação do solvente durante a produção. A tecnologia foi patenteada pela empresa belga.

De acordo com a fabricante belga, a :Azura TU pode ser usada para as mais diversas aplicações, conta com uma unidade de lavagem ecológica e excelente resolução de imagem. Já a :Azura TE tem a característica de uma chapa térmica direct-on-press. A Agfa informa que não há necessidade de processador nem de unidade de limpeza evitando assim o uso de químicos, goma ou água. Do CtP à impressora, literalmente.

Em seu discurso inicial, Fabrizio Valentim, presidente da Agfa Graphics na América Latina, destacou o comprometimento da empresa com o mercado brasileiro - e toda a América Latina - mesmo em momentos pouco auspiciosos do ponto de vista econômico. “Não somos, simplesmente, vendedores de chapas. Nossa equipe acredita na forte presença no país e em nossa capacidade de atender de forma completa. Conhecemos profundamente as etapas de produção das chapas que têm um custo baixo de aquisição, porém quando utilizadas de forma incorreta transformam a produção da gráfica em um grande problema. Por isso falo que não vendemos somente chapas, temos soluções completas de softwares, equipamentos de CtP, químicos entre outros produtos e serviços”, disse Valentim.  

As chapas :Azura TE e :Azura TU já estão sendo produzidas no Brasil por meio da fábrica localizada em Suzano (SP). “Há um orgulho grande, não são produtos fáceis de produzir. Apresentamos ao mercado chapas sem solventes, com uma tecnologia especial de microesferas. Desenvolvemos um grande conhecimento na preparação do alumínio e muitas variáveis são monitoradas durante a produção para que o resultado final seja a excelência característica da Agfa”, comemora Valentim.

Uma informação interessante, levantado pelo presidente da Agfa Graphics na América Latina durante o evento, mostrou que não há, em qualquer lugar do mundo, duas fábricas iguais de produção de chapas como, por exemplo, existe na produção automotiva. “A produção de chapas exige funções personalizadas, testes exaustivos, conhecimento técnico e altos investimentos. Como mostramos uma nova tecnologia, reforçamos nosso compromisso com o Brasil e com a América Latina. Continuamos sendo os melhores parceiros e sempre dispostos a amparar diferentes necessidades. Nossa equipe atua de forma especializada, com treinamento na Europa. Pode ate não parecer, mas a Agfa é onipresente no cotidiano das pessoas. Apresentamos soluções industriais para a linha branca por meio de impressões diretas em metal. Destaco também a produção de equipamentos de grandes formatos no Canadá", explica. 

"Definitivamente, estamos preparados para desenvolver mercados e auxiliar nossos clientes a explorar nichos. A área de desenvolvimento de tintas, por exemplo, tem sido muito importante, com crescimento amparado em novas tecnologias. Asseguramos sempre 100% de fornecimento tanto de suprimentos como peças. Competimos sempre para atender de forma completa as necessidades dos clientes”, pontua Valentim.


A empresa está presente em 40 países e conta com representantes em mais de 100 países ao redor do mundo. O grupo Agfa-Gevaert obteve um faturamento de 2,646 milhões de euros em 2015. Mais informações visite: www.agfa.com.      

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Empreender para sobreviver é a nova máxima do País – Por Reginaldo Gonçalves*

A instabilidade econômica e política e o crescente desemprego têm flagelado o País. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 10,2% dos trabalhadores estão fora do Mercado. Em termos nominais, são 10,4 milhões de pessoas desempregadas.

Para ‘driblar a crise’, muitas pessoas estão buscando alternativas para a geração de receita no empreendedorismo. De acordo com o Governo Federal, anualmente o Brasil ganha cerca de 600 mil novos negócios. Além disso, existem em torno de 1,5 milhão de microempreendedores individuais. Em valores absolutos, o País está apenas atrás da China, no número total de empreendedores, ou seja, 21,1 milhões.

Embora seja uma alternativa viável, construir um novo negócio é tarefa árdua, pois envolve uma série de questões legais, tributárias e financeiras. “O início de uma atividade empreendedora não é fácil, pois, além de necessitar de investimentos de tempo e dinheiro, esbarra em questões culturais e mercadológicas, como baixa rentabilidade do empreendedor, conhecimento do mercado, viabilidade do negócio e aceitação do público, dentre outros fatores”.

Por conta da instabilidade da moeda e um mercado afetado por rupturas conjecturais e políticas, o professor salienta que o preço dos produtos e serviços, estimulados pela inflação, prejudicam a lucratividade do empresário, desestimulando os futuros empreendedores na busca de estratégias que viabilizem seus negócios.

No entanto, o especialista pondera que a crise vivenciada nos últimos anos fez florescer o desejo e o espírito empreendedor de parte da população, principalmente pelo grande índice de desemprego que assola o País e a necessidade de sobrevivência.

“Ser empreendedor é ser um sonhador, é buscar, por meio do seu trabalho e muitas vezes teimosia, a satisfação do desafio de sustentar um negócio. É uma mudança de paradigma. Infelizmente, nem todos têm um espírito empreendedor e acabam desenvolvendo negócios de sobrevivência duvidosa e que inicialmente parecem ser excepcionais, mas que, no decorrer do caminho, apresentam fragilidades, como falta de capital de giro e clientela , lucro baixo ou prejuízo, levando o investidor à falência”.

Conforme analisa o especialista, a máxima para sobrevivência de qualquer negócio, principalmente em períodos de crise, é a busca frenética de uma atitude empreendedora que vise a excelência, fazendo do insucesso um aprendizado para a melhoria contínua, sustentação e vida do negócio.

“Esse comportamento contínuo consiste em agir como um executivo e deixar de pensar como empregado. Um negócio faz-se de maneira estruturada, com mapeamento, estudos, análises e aprendizados que possam assegurar a sua subsistência”.

Ele salienta que algumas regras são importantes no portfólio de negócio. Dentre elas: fazer uma análise do cenário do mercado escolhido para empreender; traçar um plano de negócios estruturado; disponibilizar um capital de no mínimo três meses para que possa arcar com as despesas fixas; não efetuar gastos desnecessários na abertura do novo negócio, pois imobilizar dinheiro facilita a perda de capital de giro; buscar um profissional da área contábil para orientar a melhor alternativa tributária; ter iniciativa na pré-venda e pós-venda, analisando as necessidades do cliente nas duas etapas; organizar fluxo de caixa para acompanhar os embolsos e desembolsos no período; efetuar a demonstração do resultado para acompanhar a performance da empresa a título de resultado econômico e buscar a captação de recursos em instituições e parceiras para diminuir o risco dos juros altos, que podem prejudicar a lucratividade.

Conforme afirma o contabilista, a sobrevivência da empresa, além da atitude empreendedora, depende de regras que, muitas vezes, são abandonadas nos momentos de crise, em virtude do imediatismo, fazendo com que o negócio padeça.


*Coordenador do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Santa Marcelina (FASM)

Com um hall inteiro na drupa, HP Inc. anuncia que vai ser a maior expositora



No dia 26 de abril, no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, a HP recebeu clientes e imprensa para mostrar as ações que serão praticadas na drupa.

Com a presença de Alon Bar-Shany, gerente geral da HP Indigo, que veio de Israel para compartilhar com o público brasileiro as novidades do portfólio de Artes Gráficas, o evento apontou os caminhos traçados pela HP nas Indigo, Inkjet Web Press (PWP) e Grandes Formatos.

No embalo das novidades, a HP Inc. anunciou que vai ser a maior expositora do drupa, ocupando hall inteiro.

“Temos uma oferta muito elaborada em torno de embalagens mostrando um alinhamento com as ambições da equipe drupa. Eles olham para a inovação e foram muito receptivos com o nosso desejo de ser o maior expositor. Ocupar uma posição de destaque na feira exige um grande investimento. Na HP, as divisões Indigo, PageWide e Látex estão voltadas para a drupa”, avisa Luca Cialone, diretor de HP Indigo e inkjet WebPress da HP do Brasil.

Ao todo são oito novas impressoras com tecnologia Indigo e PageWide Web Press. O novo portfólio HP Indigo inclui três impressoras com alimentação por folha: HP Indigo 12000; 7900 e 5900, além da impressora digital HP Indigo 50000 para impressão duplex no formato grande B1 e da impressora digital HP Indigo WS6800P para aplicações especiais em fotos.


Mais informações no www.hp.com/go/graphic-arts.                    

segunda-feira, 25 de abril de 2016

ABRE e SENAI lançam curso de Pós-Graduação

Especialização em Gestão de Projetos de Embalagem será um diferencial para obtenção de excelência

A Associação Brasileira de Embalagem (Abre) chancela o novo programa de Pós-Graduação em parceria com o SENAI Theobaldo de Nigris.

O curso “Gestão de Projetos de Embalagens” tem como objetivo planejar e coordenar o desenvolvimento de todos os tipos de embalagens, com foco em todos os aspectos do projeto.

Baseado nas novas dinâmicas do mercado e demandas dos consumidores, o curso traz melhoria de conhecimento, aprimoramento de funções e processo de inovação para graduados em curso superior que pretendam desenvolver carreira no segmento de embalagens, na gestão e no desenvolvimento de projetos. Por ser modular, é possível ingressar em cada módulo.

O curso é dividido em:

Desenvolvimento e gestão de projetos;
Impacto da embalagem no mundo contemporâneo;
Sistema de embalagem e sua gestão;
Inovação;
Logística, distribuição, estoque e PDV;
Embalagem como ferramenta de branding;
Regulamentação para embalagem;
Aplicações na indústria e características de materiais;
Sustentabilidade;
Gestão de valor;
Design de embalagem integrado: estrutural e visual.

Já estão participando profissionais das empresas Bemis, Kimberly-Clark, Ibema, Brasil Kirin, Jonhson & Johnson entre outras.A carga horária é de 360 horas, o equivalente a 18 meses e a primeira turma terá inicio em maio de 2016. 


www.abre.org.br

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Konica Minolta comercializa lançamento na ExpoPrint Digital

A Konica Minolta lançou na ExpoPrint Digital diversos equipamentos entre eles,  a bizhub PRO C1060L. Eduardo Carvalho, gerente industrial da Gráfica Rocha, de Florianópolis (SC), anunciou na ExpoPrint Digital a aquisição da bizhub PRO C1060L. Atuando no segmento offset promocional e editorial, a Rocha investe há quatro anos na tecnologia digital. 

"Ter equipamentos offset e digital operando lado a lado é uma tendência. A qualidade da bizhub PRO C1060L chamou a atenção, mas o fator mais decisivo para selarmos a parceria com a Konica Minolta foi a confiança de termos um parceiro local e forte para suporte técnico e vendas, aliado ao excelente custo/benefício", disse Carvalho.


Outro caso foi de Felipe Esteves, diretor da Gráfica Prints de Fortaleza (CE), o novo cliente da bizhub PRO C1060L. O negócio foi fechado também na ExpoPrint Digital. A Gráfica Prints possui dez anos no mercado de impressão digital e já tem em operação uma bizhub PRESS C7000.