terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

FESPA Brasil 2015 anuncia segunda etapa de expansão

A FESPA e a APS Feiras & Eventos anunciaram o início da segunda etapa de expansão da FESPA Brasil 2015. Faltando mais de um ano para a edição de 2015, o espaço será novamente ampliado em 16% para atender a grande demanda. O motivo é o alto número de empresas que, a cada dia, percebem na FESPA Brasil a oportunidade ideal de ampliar sua presença nos mercados de comunicação visual, serigrafia, grandes formatos, estamparia digital, impressão têxtil e sinalização.

Esse aumento da demanda fez com que o mapa da FESPA Brasil 2015 fosse ampliado pela segunda vez. É importante salientar que a data continua exatamente a mesma: de 18 a 21 de março de 2015. O local segue o mesmo: o Expo Center Norte. O que muda é o pavilhão: antes azul, agora a FESPA Brasil irá ocupar o pavilhão branco.

"Além do excelente retorno que tivemos das empresas expositoras na FESPA Brasil 2013 que já confirmaram presença conosco para a próxima edição, muitas empresas nos procuraram e seguem nos procurando para fazer parte desse renomado time de expositores, visando ter o mesmo retorno de sucesso que os expositores tiveram no ano passado", fala Alexandre Keese, diretor da APS Feiras & Eventos.

A FESPA Brasil acontece de 18 a 21 de março de 2015, no Pavilhão Branco do Expo Center Norte, em São Paulo. A feira ocorre juntamente com a ExpoPrint Digital 2015, a maior feira de impressão digital da América Latina.

O cadastro antecipado para visitar a feira pode ser feito através do link: www.fespabrasil.com.br/pt/visitar/cadastro. A página da FESPA Brasil no Facebook apresenta todas as novidades da feira e do mercado de comunicação visual: www.facebook.com/fespabrasil.

De acordo com estudos da Abigraf, produção da indústria gráfica deverá cair 1,7% em 2014

Estudo do Departamento de Economia da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf) mostra a relação direta entre a paulatina elevação da Selic e a redução de crescimento do PIB.

Além dos juros altos, remédio amargo do Banco Central para conter a inflação ante o desequilíbrio fiscal do Estado, este problema e as incertezas quanto à energia elétrica provocam estimativa de queda na produção setorial em 2014.     

A produção física da indústria gráfica brasileira, constituída por mais de 20 mil empresas, empregadoras de aproximadamente 225 mil trabalhadores, deverá recuar 1,7% em 2014, depois de quedas consecutivas de 6,7% em 2013 e 4,3% em 2012. No ano passado, os produtos gráficos editoriais, com redução de 12,1%, foram os principais responsáveis pelo resultado negativo, enquanto os impressos comerciais contribuíram para evitar quebra ainda maior, crescendo 3,5%.

Ao comentar os números, Fabio Arruda Mortara, presidente da Abigraf, atribuiu a estimativa negativa para 2014 aos seguintes fatores: juros altos, a política fiscal inadequada do governo, as incertezas na Argentina, responsável por 8% das exportações brasileiras, a insegurança quanto à oferta e as tarifas de energia elétrica e a nova política monetária dos Estados Unidos.

“O setor público, incluindo estados e municípios, que sequer cumpriram as metas do superávit primário, não está fazendo a lição de casa da responsabilidade fiscal. Por isso, o governo tem de manter os juros em patamar elevado para segurar a inflação”, salientou Mortara, comentando a tendência de elevação da Selic. Para ele, nesse cenário de incertezas, torna-se mais difícil recuperar a competitividade da indústria brasileira.

O problema da competitividade, que afeta toda a indústria de transformação nacional, reflete-se também na balança comercial do setor gráfico: em 2013, o déficit foi recorde, atingindo US$ 269,5 milhões, com aumento de 13% em relação aos US$ 238,6 milhões registrados em 2012. As exportações foram de US$ 279,1 milhões, menos 6% em relação aos US$ 298,1 milhões do ano anterior. As importações cresceram 2%, passando de US$ 536,8 milhões para 548,6 milhões.

Quanto aos investimentos em máquinas e equipamentos, de US$ 1,17 bilhão, em 2013, houve recuo de 3% na comparação com o valor de US$ 1,21 bilhão aportado em 2012. Nos últimos sete anos (desde 2007), o setor investiu US$ 9,41 bilhões, o que lhe garantiu atualização tecnológica e qualidade competitiva com qualquer parque gráfico mundial. “No entanto, os fatores internos do Brasil dificultam muito a disputa com gráficas de outros países”, explicou Mortara.


O presidente da Abigraf, concluindo, ponderou: “Os números da indústria gráfica mostram a premência de o governo cortar mais os seus gastos e deixar de colocar toda a responsabilidade do controle da inflação nos ombros do Banco Central, que não tem outro remédio senão aumentar os juros. É por isso que nos dias que antecedem à divulgação periódica da Selic os empresários ficam ansiosos e perdem o sono”, conclui o presidente da Abigraf. 

Epson promove TRADE IN de impressoras sublimáticas

A Epson anuncia o TRADE IN para as impressoras Stylus Pro 7700 e Stylus Pro 9700. Com o programa, os usuários desses modelos podem adquirir uma SureColor F6070 nova com 25% de desconto, mediante a desativação da impressora antiga.

A desativação deverá ser feita por um Centro de Serviços Autorizado (CSA) da Epson e o descarte do equipamento fica a cargo do próprio cliente.

Um dos diferenciais da nova SureColor F6070 é a integração com o programa de fidelidade Epson Rewards, onde os pontos acumulados, por meio do uso da tinta original Epson e dos papéis Epson para sublimação, podem ser trocados por até dois anos consecutivos de garantia estendida, incluindo todos os reparos do equipamento, inclusive trocas de até duas cabeças de impressão, ou descontos em novos equipamentos.


O cliente interessado na aquisição do novo modelo de sublimação F6070 por meio do TRADE IN deve entrar em contato com um distribuidor oficial Epson. Para mais informações acesse: www.epson.com.br/ondecomprar. 

Klabin informa ter investido R$ 13,3 milhões em projetos sociais em 2013

A Klabin, que tem como um dos pilares de atuação o investimento em iniciativas socioambientais, encerrou o ano de 2013 com o total de R$ 13,3 milhões aplicados em projetos sociais. O recurso foi destinado a todas as 13 cidades onde a Klabin mantém unidades fabris no Brasil, e contemplou ações dos setores de cultura, assistência social, saúde, educação, esporte e meio ambiente.

A companhia investiu em mais de 160 projetos. Um deles é o Projeto Luteria, conduzido pelo Instituto Federal do Paraná (IFPR), que tem como objetivo formar profissionais técnicos na área musical, oferecendo cursos para a construção de instrumentos de corda e madeira.

Na área de assistência social, a companhia firmou parceria com o Instituto Marfrig para apoiar a criação de dez casas sede para atividades que promovem o voluntariado e conceitos de cidadania para crianças e jovens (entre 6 e 16 anos). Nelas os estudantes realizarão tarefas educativas e recreativas enquanto não estiverem em horário de aula. Além disso, durante a Campanha do Agasalho, a companhia doou mais de 25 mil caixas de papelão e 100 mil sacolas no Estado de São Paulo.

Com relação aos projetos com foco ambiental, a Klabin está presente em diversas regiões por meio do Projeto Caiubi, que dissemina conceitos de consciência ecológica para professores e alunos de municípios catarinenses e paranaenses. Outro projeto de destaque é o Guardiões da Natureza, no qual, em parceria com a Polícia Ambiental do Paraná e de Santa Catarina, a companhia difunde conceitos de preservação do meio ambiente e cidadania para alunos da rede pública.

A empresa também possui parceria com diversas escolas do Brasil, e é mantenedora de associações sociais, como o Instituto Marquês de Salamanca, no Rio de Janeiro, que promove educação infantil e cidadania aos moradores da comunidade de Santa Teresa.


Para 2014, a Klabin tem em seu planejamento o objetivo de ampliar as ações voltadas ao desenvolvimento das comunidades em que atua, valorizando suas principais iniciativas e avaliando novas oportunidades de investimento.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Watt Printers Mail Marketing (EUA) adquire sistema de workflow e impressão digital da Kodak

Há mais de 120 anos a Watt Prtiners Mail Marketing de Cleveland (EUA) atua na região nordeste do estado norte-americano de Ohio por meio de um rico parque de soluções gráficas.

Agora, um de seus mais recentes investimentos está no upgrade da impressora digital colorida Kodak Nexpress 2500 para a versão Nexpress SX3900 e, ainda, a aquisição de uma nova impressora Kodak Digimaster HD150. .

Cliente Kodak desde 1980, a Watt Printers Mail Marketing também atualizou a tecnologia de seu sistema de workflow digital Kodak Prinergy e prossegue utilizando chapas Kodak para fluxos de impressão offset.

“A Nexpress SX3900 nos oferece varias funções únicas, que nos ajudam a nos destacar em relação aos concorrentes. Estávamos utilizando as soluções Kodak Nexpress com quinta unidade de impressão para que agregássemos recursos de impressão holográfica, o vermelho fluorescente e revestimento spot glossing. Mas, agora, com a nova impressora, podemos aproveitar os novos toners HD, efeitos de impressão dourada e trabalhar com a opção de folha de papel longa para ampliar nossos serviços e aplicações. Além disso, a possibilidade de obtermos melhor qualidade com a nova tecnologia de toner foi determinante para nosso investimento, e nossos clientes já notam essa diferença”, diz Mike Nakonek, vice-presidente de operações da Watt Prtiners Mail Marketing


“Todos sabem que a impressão comercial tornou-se um mercado em que clientes compram pelo preço. Nem sempre esses clientes se dedicam a entender o grande impacto que gera o valor agregado a um produto impresso. Mas a impressora Kodak Nexpress e suas características únicas nos permite oferecer esse diferencial, e algumas portas já foram abertas e nos ajudaram a aumentar nossas vendas”, fala Sam Forgione, diretor de marketing e publicidade da Watt Printers. 

Front-end digital EFI Fiery equipa novas impressoras de produção monocromáticas de alto desempenho da Ricoh

A EFI lançou um novo DFE (Digital Front-End, front-end digital) EFI Fiery que oferece maior detalhe de imagem, além de acelerar a configuração e o gerenciamento de trabalhos nas novas impressoras digitais preto e branco Ricoh Pro 8100s/8100EX /8110s/8120s.

O novo DFE EFI Fiery EB-32 foi desenvolvido na mais recente plataforma Fiery FS100 Pro, que oferece funcionalidade avançada com produção de imagens de alta qualidade, fluxos de trabalho automatizados e ferramentas que aumentam a produtividade.

O novo DFE também inclui o Fiery Grayscale Calibration, um recurso de software inovador que garante a reprodução consistente e de alta qualidade, através do processo automático de medição e correção de variações tonais em imagens em preto e branco. Os usuários que também utilizam o Fiery em impressoras digitais coloridas podem integrar o DFE diretamente ao seu fluxo de trabalho de impressão atual.


“O EFI Fiery EB-32 leva a excelente funcionalidade do Fiery para as novas impressoras preto e branco da Ricoh. Além disso, os clientes da Ricoh do departamento de reprografia interno/artes gráficas comerciais são beneficiados pelos 17 anos de experiência da EFI no desenvolvimento de tecnologias capazes de consolidar as operações de impressão digital colorida e em preto e branco em um único ambiente Fiery Driven mais eficiente”, afirmou John Henze, vice-presidente de marketing da EFI.

Em 2013, a Henkel obteve um faturamento de 16,355 bilhões de euros

A margem EBIT ajustada teve um aumento de 1,3%. O crescimento orgânico das vendas aumentou 8,7% com uma contribuição particular nos negócios do Brasil e México.

As vendas da Henkel no ano fiscal de 2013 mantiveram-se ligeiramente abaixo do nível do ano anterior, atingindo 16,355 bilhões de euros, principalmente em função do impacto cambial. O crescimento orgânico de vendas, excluindo o impacto do câmbio e aquisições/desinvestimentos apresentou um sólido aumento de 3,5% em comparação com o mesmo período de 2012. Todos os três setores de negócios contribuíram para este resultado.

Desconsiderando “one-time” ganhos/perdas e custos de reestruturação do período, o lucro operacional ajustado aumentou em 7,8% de 2,335 bilhões de euros para 2,516 bilhões de euros. O lucro operacional (EBIT) atingiu 2.285 bilhões de euros comparados com 2,199 bilhões de euros no ano anterior.

O retorno ajustado sobre as vendas (margem EBIT ajustado) cresceu 1,3 ponto percentual, de 14,1% para 15,4%. O retorno sobre as vendas foi de 14% após registrar 13,3% no mesmo período do ano passado.

O lucro por ação preferencial (EPS) aumentou de 3,42 euros para 3,67 euros. O valor ajustado foi de 4,07 euros, comparado a 3,63 euros no ano anterior.
Na região da América Latina as vendas mantiveram-se constantes em 1,061 bilhão de euros. 

O crescimento orgânico das vendas aumentou 8,7% com uma contribuição particular nos negócios do Brasil e México.

“O ano de 2013 foi de muito sucesso para a Henkel. Apesar de um ambiente de mercado desafiador e altamente competitivo, atingimos nossas metas financeiras e fizemos progressos significativos na implementação de nossa estratégia para 2016", diz Kasper Rorsted, CEO global da Henkel.

Com relação ao ano fiscal de 2014, Rorsted comenta que: "O ambiente econômico continua sendo um desafio e esperamos efeitos cambiais persistentes, principalmente no primeiro semestre do ano. Assim, vamos continuar a simplificar ainda mais e melhorar nossos processos e estruturas para nos tornar mais flexíveis e eficientes. Estamos focados na implementação de nossa estratégia, a fim de cumprir as nossas ambiciosas metas financeiras para 2016”.

"Para o ano fiscal de 2014, esperamos um crescimento orgânico das vendas entre 3% e 5%. Esperamos ainda que a nossa margem EBIT ajustada aumente para 15,5% e o lucro ajustado por ação preferencial aumente em um dígito", conclui Rorsted.